Distribuidoras de gás natural terão uma queda média de 7,8% nos preços praticados pela Petrobras a partir de 1º de fevereiro, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira, 27. O anúncio foi antecipado pela diretora de Transição Energética e Sustentabilidade da estatal, Angélica Laureano.
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Os contratos entre a Petrobras e as distribuidoras contam com revisões trimestrais. Por isso, há o ajuste da parcela da molécula do gás conforme oscilações do petróleo Brent, da cotação do dólar e, desde o início de 2026, também com base na variação do índice Henry Hub, referência do mercado dos Estados Unidos para quem aderiu a essa modalidade.
Critérios da Petrobras para variação e descontos adicionais

A estatal explicou que a redução efetiva para cada distribuidora pode variar, conforme os tipos de produtos contratados e os volumes consumidos. A Petrobras leva em conta mecanismos como o prêmio por performance e por incentivo à demanda, implementados em 2024, que podem ampliar o desconto conforme o volume retirado.
Segundo a empresa, o valor final pago pelo consumidor ao gás natural depende não só do preço da molécula, mas também do custo de transporte, do portfólio de fornecimento de cada distribuidora, de suas margens de lucro e da incidência de tributos federais e estaduais. No caso do GNV, o preço nos postos revendedores também influencia.
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A companhia acrescentou ainda que, ao considerar as reduções aplicadas desde dezembro de 2022, o preço médio da molécula vendida às distribuidoras já caiu cerca de 38%, incluindo o novo reajuste anunciado para fevereiro, informou a Petrobras.






































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