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Economia

Opep+ reduz produção de petróleo e convida Brasil para o grupo

País é o maior produtor da América do Sul

Opep+ petróleo Brasil | Para Arábia Saudita obter equilíbrio fiscal, é necessário que os preços dos barris de petróleo fiquem em torno de US$ 88 | Ilustração: Shutterstock
Para Arábia Saudita obter equilíbrio fiscal, é necessário que os preços dos barris de petróleo fiquem em torno de US$ 88 | Ilustração: Shutterstock

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) anunciou, nesta quinta-feira, 30, que vai reduzir a produção de petróleo, atualmente de mais de 1 milhão de barris por dia.

Além disso, a Opep+ também aceitou convidar o Brasil para se tornar parte da organização, de acordo com delegados da organização.

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No acordo, firmado nesta quinta-feira, 30, a Arábia Saudita também concordou em estender o corte de 1 milhão de barris por dia, anunciado em junho.

Leia também: “O petróleo vai acabar?”, artigo de Luis Kawaguti publicado na Edição 87 da Revista Oeste

Com os atuais conflitos geopolíticos no Oriente Médio, se espera que a ação da Opep+ aumente os preços da commodity.

Atualmente, o Brasil é o maior produtor de petróleo da América do Sul e produziu cerca de 2,3 milhões de barris por dia no terceiro trimestre.

Depois da notícia do corte na produção, o preço do petróleo Brent subiu cerca de 1,5%, para mais de US$ 84 o barril. O petróleo Brent é o contrato de petróleo mais negociado no mundo.

A reunião da Opep+

Por causa das divergências em relação aos cortes, a reunião da Opep+, que é normalmente realizada em Viena, foi feita de forma virtual.

De acordo com os delegados, o debate na reunião foi “quente” e tratou-se do tamanho dos cortes. O objetivo é avaliar como a redução se daria entre os membros da entidade.

A Arábia Saudita pressionou pelos cortes, em virtude da recente queda nos preços do petróleo e das preocupações com a baixa demanda do produto no mercado.

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O país, atualmente, é o maior produtor mundial de petróleo e busca se expandir, o que inclui a construção de uma nova cidade no deserto.

Para o país árabe obter equilíbrio fiscal, é necessário que os preços dos barris de petróleo fiquem em torno de US$ 88.

Junto dos Emirados Árabes Unidos, Nigéria e Angola têm lutado para não reduzirem a produção.

Leia também: “Milei anuncia que vai privatizar a ‘Petrobras’ e a ‘EBC’ da Argentina”

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