Com a entrada em vigor de uma regra do Banco Central, que reserva o uso das expressões “banco” e “bank” exclusivamente a instituições autorizadas a operar no respectivo formato, o Nubank informou nesta quarta-feira, 3, que vai iniciar um processo para obter licença bancária no país em 2026.
A empresa, que reúne cerca de 110 milhões de clientes no Brasil e está entre as maiores plataformas digitais de serviços financeiros do mundo, afirma que já cumpre integralmente as normas aplicáveis às atividades que exerce hoje. Entre elas estão as de Instituição de Pagamento, Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento e Corretora de Títulos e Valores Mobiliários.
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Nubank não vê “mudanças substanciais”
Conforme a companhia, a incorporação de uma instituição bancária ao conglomerado não deve resultar em mudanças substanciais nos requisitos de capital ou liquidez. O Nubank prevê desse modo a manutenção dos atuais padrões de solidez financeira.
À imprensa, a CEO da empresa no Brasil, Livia Chanes, disse que a fintech, criada há 12 anos, ampliou o acesso ao sistema financeiro ao incluir cerca de 28 milhões de brasileiros que estavam fora do mercado bancário tradicional.
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Livia afirma que a missão de simplificar o relacionamento dos clientes com serviços financeiros continua inalterada. A empresa adianta que a sua identidade visual não sofrerá alterações. A marca “Nu”, já amplamente presente em cartões, peças de comunicação e produtos, continuará sendo o principal elemento de identificação da empresa, independentemente da futura licença bancária.
Especialistas em comunicação analisam que a restrição imposta pelo Banco Central tende a afetar de maneira mais sensível empresas de menor porte, cujas marcas ainda não possuem elevado grau de reconhecimento. No caso do Nubank, avaliam que o impacto é limitado, justamente pela consolidação da marca e pela transição gradual para o atual uso predominante de “Nu”.
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Caramba como são gênios essa turma do Nubanco, mas esquecem que sempre se venderam com banco, e a grande maioria não sabia que não eram um banco e banco socialista.