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Economia

Nubank passa Itaú e se torna o 3º maior banco do país

Plataforma digital superou 100 milhões de clientes

O crescimento do Nubank tem gerado preocupações entre alguns investidores sobre a qualidade e a avaliação elevada de sua carteira de empréstimos | Foto: Reprodução/Redes sociais
O Nubank é um dos maiores bancos do Brasil e dominante entre as instituições digitais | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Nubank ultrapassou o Itaú e se tornou o terceiro maior banco em número de clientes no Brasil em 2024. Os dados foram publicados pelo Banco Central nesta quinta-feira, 23.

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A Caixa Econômica Federal segue como o maior banco do país, com 154,2 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Em segundo lugar está o Bradesco, com 109,1 milhões. O Nubank tem 100,8 milhões e o Itaú, 98,5 milhões.

O Nubank foi o banco que mais cresceu em 2024: sua clientela aumentou em 14,7 milhões de pessoas físicas e jurídicas. O banco Inter, também plataforma exclusivamente digital, também demostrou crescimento no ano: 6 milhões de clientes.

O Banco Central também divulgou a quantidade de reclamações recebidas por cada banco brasileiro. Os dados mais recentes demonstram que o Itaú lidera em número de queixas, com 58,2 mil ocorrências em 2024, de acordo com o levantamento.

Nubank está entre as 100 empresas mais influentes do mundo

Em 2024, o Nubank figurou na lista elaborada da revista Time que avalia as 100 empresas mais influentes do planeta. Recentemente, a fintech ultrapassou o valor de mercado do Itaú e se tornou o banco mais valioso da América Latina.

O Nubank é a única empresa brasileira a figurar na lista deste ano. Apenas em 2023, o banco ganhou 19,3 milhões de clientes e lançou 40 novos produtos. Em maio, ele se tornou o primeiro banco digital fora da Ásia a alcançar mais de 100 milhões de clientes.

Leia mais:

Dados do BC sobre qualidade de crédito influenciaram queda de ações do Nubank | Foto: Divulgação/Nubank
Sede central do Nubank | Foto: Divulgação/Nubank

David Vélez, CEO do Nubank, ressaltou a importância da inclusão financeira na economia digital. Para ele, quem depende só de dinheiro físico fica “marginalizado” e “excluído” do desenvolvimento econômico. Por outro lado, a revista Time destacou que 1,4 bilhão de pessoas ainda usam apenas dinheiro físico.

O levantamento da revista considera empresas de diversos setores, indicadas por editores, correspondentes e especialistas de várias indústrias. Segundo Sam Jacobs, editor-chefe da Time, a avaliação não se baseia em dados financeiros, mas em um “mosaico de qualidades”, como impacto, inovação, ambição e sucesso.

Leia também: “Funcionários do Banco Central estão comprando dólares”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 238 da Revista Oeste

1 comentário
  1. Christian
    Christian

    Quantidade de cliente é igual à volume de negócios ?
    Seria bom a Oeste esclarecer…

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