O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta quinta-feira, 19, a decisão do Banco Central (BC) de reduzir a taxa básica de juros em 0,25 ponto porcentual e afirmou que esperava um corte maior na Selic.
Durante evento em São Paulo, Lula disse que ficou “triste” com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).
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📊 ECONOMIA | Lula critica corte mínimo dos juros: “Porra, essa guerra até no BC?”
— Metrópoles (@Metropoles) March 19, 2026
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“Hoje é um dia que poderia estar mais feliz, mas estou triste”, afirmou o presidente. “Esperava que o Banco Central abaixasse os juros em pelo menos 0,5%. E abaixou só 0,25% dizendo que é por causa da guerra. Porra, essa guerra até no nosso Banco Central?”.
Na última quarta-feira, 18, o Copom reduziu a taxa Selic de 15% para 14,75% ao ano, no primeiro corte desde 2024.
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Antes da escalada do conflito no Oriente Médio, parte do mercado financeiro projetava corte de 0,5 ponto porcentual na Selic, patamar citado por Lula.
Banco Central cita guerra no Oriente Médio
No comunicado que acompanhou a decisão, o Banco Central apontou o aumento das incertezas no cenário internacional, especialmente com a escalada do conflito no Oriente Médio.
Segundo o Copom, a crise geopolítica tem provocado maior volatilidade nos preços de ativos e commodities. Além disso, a guerra tem pressionado os preços de energia e matérias-primas, o que pode afetar a inflação no Brasil.
A autoridade monetária afirmou que não há clareza sobre a duração do conflito nem sobre seus efeitos econômicos, motivo pelo qual adotou uma postura cautelosa na condução da política monetária.
Críticas sobre combustíveis
No mesmo evento, Lula também pediu aos governadores que reduzam temporariamente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para conter o impacto da guerra no Oriente Médio sobre os preços.
O governo federal propôs compensar metade da renúncia fiscal dos Estados, estimada em R$ 3 bilhões por mês.
Pressão sobre o diesel
A proposta de zerar o ICMS sobre a importação de diesel foi apresentada pelo novo titular do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária.
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Ataques ao Banco Central
No início de seu terceiro mandato, Lula fez críticas frequentes ao então presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O petista responsabilizava o dirigente pela manutenção da Selic em patamar elevado. Depois de assumir o comando da autoridade monetária, Gabriel Galípolo passou a ser observado com cautela pelo mercado. Ao manter a condução técnica da política monetária e resistir a pressões por cortes mais rápidos nos juros, o novo presidente do BC acabou reduzindo parte das incertezas entre agentes financeiros.





































ESSE CANALHA NUNCA TEVE VERGONHA NA CARA !
MENTE QUE NEM RESPIRA !
Essa mula analfabeta não sabe nada de nada e fica xingando os juros estão altos porque o governo não controla seus gastos
Uma vez idiota, sempre idiota.