A Vale registrou lucro de R$ 31,6 bilhões em 2024, uma queda de 21% em relação ao ano anterior. A mineradora também anunciou a distribuição de R$ 9,1 bilhões em dividendos e um novo programa de recompra de ações.
A empresa revisou sua projeção de investimentos para 2025, reduzindo o montante de R$ 37,5 bilhões para R$ 33,6 bilhões. A nova estratégia prioriza minerais essenciais para a transição energética. A Vale não especificou as razões para o ajuste.
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A redução dos investimentos ocorreu poucos dias depois de um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que celebrou a expansão da empresa. A recompra de ações pretende retirar 2,8% do capital da mineradora do mercado.
O presidente da mineradora, Gustavo Pimenta, afirmou que a flexibilidade do portfólio e a disciplina na alocação de capital garantirão valor a longo prazo. A produção de minério de ferro atingiu 328 milhões de toneladas, o maior volume desde 2018, antes da tragédia de Brumadinho (MG).
Lula fez críticas à Vale
A receita de 2024 alcançou R$ 206 bilhões, praticamente estável frente aos R$ 208 bilhões de 2023.
A companhia também aumentou em R$ 5,9 bilhões as provisões para a reparação dos danos da tragédia de Mariana (MG), depois de firmar um acordo final com o governo. O fechamento deste acordo foi um ponto de confronto entre a Vale e Lula, que frequentemente destacava as dificuldades em dialogar com uma empresa “sem dono”, já que a Vale, uma corporação de controle diluído, não tem mais um controlador único.





































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