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Economia

Ipea derruba prévia da inflação no Brasil

Variação nos preços é medida pelo IPCA

prévia inflação
Impacto de alimentação e bebidas foi o segundo maior no índice de fevereiro | Foto: Helena Pontes/Agência IBGE

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que a inflação no Brasil deve fechar em 5,7% em 2022. Por meio de nota, a projeção foi divulgada na quarta-feira 29.

Anteriormente, a estimativa do Ipea para o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) era de 6,6% para este ano. Ou seja: o instituto derrubou quase 1 ponto porcentual da prévia para a inflação no Brasil.

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“Depois da alta registrada de 11,7%, no acumulado em 12 meses, em maio, a inflação medida pelo IPCA recuou para 8,7% em agosto”, informa o órgão. De acordo com o instituto, a situação no Brasil é diferente do que vem ocorrendo em grande parte dos países. “Nos últimos três meses, a inflação brasileira surpreendeu favoravelmente, beneficiada, sobretudo, pela melhora no comportamento dos preços administrados”, comenta em nota.

Segundo o texto, no caso dos preços administrados, a projeção é de deflação — quando há a redução nos valores praticados. A previsão é de diminuição de 4,2%. O número é o reflexo “das quedas mais acentuadas dos combustíveis, do gás e da energia”.

Para bens industriais, conforme publicou o Ipea, a previsão de inflação no Brasil recuou de 9,1% para 8,7%. Para os alimentos, houve a elevação da previsão de 12,3% para 13,2%.

A nova prévia do Ipea para o IPCA se aproxima da mais recente projeção do Banco Central para o indicador no ano: 5,8%. O resultado foi publicado ontem no Relatório Trimestral de Inflação, elaborado pela autoridade monetária do Brasil.

Os resultados também encontram lastro no Relatório Focus — um documento do Banco Central feito semanalmente por meio de um levantamento com o mercado financeiro. A edição mais recente estima o IPCA de 2022 em 5,88%.

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3 comentários
  1. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    O povo compra mais, a empresa vende mais, o produtor produz mais, o governo arrecada mais e o Brasil cresce mais. E, claro, a ‘oposição’ reclama mais.

  2. Finlab
    Finlab

    Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divêr que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divêr que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôfa. Bêjo no coraffaum dufêif, e fai Curíntia !!!

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