publicidade
Economia

Instagram e Facebook terão planos pagos de assinaturas

A Meta, controladora do Instagram e do Facebook, anunciou que os planos de assinatura vão custar cerca de R$ 60 e evitarão propaganda

Instagram e Facebook terão planos pagos de assinaturas
Instagram e Facebook terão planos pagos de assinaturas

O Instagram e o Facebook terão um serviço de assinatura pago na Europa. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 30, pela Meta, controladora das duas redes sociais.

Os usuários das redes sociais que decidirem assinar o serviço pago não verão mais publicidade. Alternativamente, poderão continuar a usar Instagram e Facebook gratuitamente, visualizando anúncios que o algoritmo considerar relevantes para eles.

Receba nossas atualizações

Saiba mais: Paulo Guedes cria perfil no Instagram

“Acreditamos firmemente em uma Internet gratuita apoiada por anúncios e continuaremos a oferecer acesso gratuito aos nossos produtos e serviços, independentemente dos meios financeiros. Estamos comprometidos em manter as informações das pessoas privadas e seguras, de acordo com nossos regulamentos e o Regulamento de Proteção de Dados da União Europeia“, informou a Meta em nota.

O custo das assinaturas do Facebook e Instagram será de 9,99 euros (cerca de R$ 60) por mês para serviços desktop e 12,99 euros (cerca de R$ 66) por mês para apps em telefones, tanto iOS como Android.

As assinaturas estarão disponíveis em países da União Europeia e do Espaço Econômico Europeu, bem como na Suíça.

Instagram e Facebook terão planos pagos de assinaturas
Instagram e Facebook terão planos pagos de assinaturas

A assinatura será válida para todas as contas do Facebook e do Instagram, independentemente do país onde a compra for feita.

Saiba mais: Dona do Facebook e do Instagram promove demissão em massa

O anúncio teve imediatamente um impacto positivo nas ações da big tech, com as ações do grupo Meta que chegaram a subir 3,5% no início do pregão em Wall Street.

Por que a Meta está cobrando para usar Instagram e Facebook

A razão que levou a Meta a lançar seu plano de serviços pagos na Europa está em grande parte ligada com a recente decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia de dezembro passado.

Naquela ocasião, a Corte Suprema da UE decretou que a Meta não poderia utilizar as informações pessoais dos usuários — através dos quais decide qual tipo de propaganda mostrar —, a menos que esses tenham fornecido seu consentimento explícito.

A decisão da Meta é apenas a mais recente de uma longa série de iniciativas desse tipo, que envolveram praticamente todas as redes sociais.

O Facebook e o Instagram já oferecem há algum tempo a opção de “conta verificada” por meio de um pagamento.

Além de Facebook e Instagram, Snapchat, X/Twitter, Telegram e até TikTok também estariam prontos para lançar uma versão sem anúncios pelo custo de US$ 4,99 por mês.

Leia mais sobre:

2 comentários
  1. Uncle Sam
    Uncle Sam

    Cobrem o quanto quiserem. Não uso nenhuma dessas duas porcarias.

  2. Felipe Correia
    Felipe Correia

    Eu acho que todas as redes sociais deveriam ser pagas. Evitaria muitos militantes esquerdistas.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade