O Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) registrou 0,7% de alta em fevereiro, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 12. A alta foi bem mais expressiva que a variação registrada em janeiro, de 0,3%.
A inflação medida pelo índice acumula 3,81% de alta nos últimos 12 meses e 1,03% em 2026. O IPCA, considerado o “termômetro” da economia brasileira, aponta a variação do custo de vida médio de famílias com renda mensal de 1 e 40 salários mínimos.
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Na segmentação por grupos, os gastos com Educação responderam pela maior parte da alta do IPCA em fevereiro, com 5,21% de crescimento. Depois, vieram os gastos com Transportes, que subiram 0,74%, e Saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,59%.

As Despesas pessoais encareceram 0,33%, seguidas pelos gastos com Habitação (0,30%). Alimentação e bebidas tiveram alta de 0,26%, seguido por Vestuário (0,16%), Comunicação (0,15%) e Artigos de residência (0,13%).
IPCA mede consumo das famílias em áreas urbanas
O IPCA visa medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias, cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos. Essa faixa de renda abrange 90% das famílias pertencentes às áreas urbanas de cobertura do Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.






































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