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Economia

Inflação da Argentina bate 114%

O aumento do custo de vida foi quase duas vezes maior que um ano antes

Argentinos Brasil inflação na Argentina
O então candidato a presidente da Argentina, Alberto Fernández, ao sair da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde visitou o ex-presidente Lula, preso por lavagem de dinheiro e corrupção passiva - 04/07/2019 | Foto: Joka Madruga/PT

Dados oficiais mostram que a inflação da Argentina bateu 114% ao ano, em maio. O Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) do país, semelhante ao brasileiro IBGE, divulgou o número na quarta-feira 14.

O Indec atualiza todo mês um índice de preços ao consumidor para monitorar a inflação da Argentina. No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, o custo de vida já encareceu 42%.

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Em maio, a variação mensal ficou em 7,8%. O maior aumento veio do segmento formado por habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (11,9%), itens considerados básicos. O menor foi para educação: 4,9%.

Variação da inflação na Argentina

No mesmo mês em 2022, o resultado mensal havia fechado em 5,1% e, em 29,3%, no acumulado dos primeiros cinco meses do ano. Para o índice anual, a marca ficou em 60,7% — ou seja, de um ano para o outro, a variação para 12 meses quase dobrou.

Há um ano, o maior vilão era a saúde, com uma alta mensal de 6,2%. Em 2023. Assim, esse segmento também teve um resultado pior: 9,3%.

Por fim, o segmento formado por habitação, água, eletricidade gás e outros combustíveis, em maio de 2022, ficou com uma das menores variações da inflação da Argentina para o mês: 3,6%.

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5 comentários
  1. Christian
    Christian

    Argentina daqui a pouco alcança a Venezuela, e nós brasileiros, no caminho da Argentina.
    Inflação quando chega a este ponto não tem revés. Tem que por tudo abaixo e reconstruir, no caso dos argentinos, mais uma vez.
    Como a vida não ensinou nada a eles…!

  2. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Ver um Brasil destruido economicamente com a Argentina é o objetivo do desgoverno dos PTralhas.

  3. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Ouví um comentário de alguém que não me recordo mais tal é a velocidade de informações hoje em dia, acho que foi um desses comentaristas de economia que esteve há pouco tempo em Buenos Aires em que ele diz que parece que a vida corre normalmente na cidade e que não estão sentindo tanto os efeitos dessa crise que segundo ele, se deve ao excesso de “gordura” que os argentinos ainda dispõem para começarem de fato a sentirem os efeitos dessa crise. Segundo ele, ainda vai demorar um pouco. Achei essa afirmação bem coerente. O pobre sente logo a crise mas o rico ou remediado ainda demora mais tempo, devido à sua “gordura”. Como na Argentina ainda tem muito rico, então…

  4. Leonardo Pamponet
    Leonardo Pamponet

    Que se lasquem! Temos os nossos pecados a pagar por aqui, e provavelmente em pouco tempo estaremos muito piores que eles. Pois aqui não haverá mais alternância de poder, e nem direito à liberdade de expressão.

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