publicidade
Economia

Inflação abaixo do esperado anima investidores

Possível apresentação do arcabouço fiscal também mexe com as perspectivas do mercado

No entanto, apesar do bom resultado, no ano a bolsa permanece com números negativos e caindo 3,2%, no total | Foto: Foto: Freepik

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), encerrou o pregão desta terça-feira, 11, em forte alta de 4,3%, aos 106 mil pontos. Em contrapartida, o dólar fechou a sessão em queda acentuada de 1,15%, cotado a R$ 5. É o menor valor em dez meses. 

O desempenho na pontuação do Ibovespa foi o melhor desde 23 de fevereiro, quando o índice terminou o dia ligeiramente acima dos 107 mil pontos. No entanto, apesar do bom resultado, no ano, a bolsa permanece com números negativos — queda de 3,2%, no total.

Receba nossas atualizações

A animação dos investidores foi impulsionada pela divulgação do IPCA abaixo do consenso do mercado. Essa foi a primeira vez, desde janeiro de 2021, que o indicador acumulado em 12 meses fica abaixo de 5%. O cenário traz alívio para os investidores, que agora têm uma expectativa maior na possibilidade de queda da taxa básica de juros.

Da mesma forma, a possível apresentação do arcabouço fiscal na próxima sexta-feira, 14, também mexe com as perspectivas e faz com que o desempenho do Ibovespa seja positivo.

Relacionadas

Ibovespa dispara e dólar cai

O desempenho interno também reflete na cotação do dólar. Com a desaceleração da inflação, é possível que haja uma diminuição da taxa de juros. Investidores migram para ativos de maior risco, como a bolsa, e deixam de lado investimentos mais seguros, como o próprio dólar.

Outro dado que é aguardado com ansiedade pelo mercado diz respeito à divulgação da inflação dos Estados Unidos. Dessa forma, fortes movimentações podem significar um aumento da taxa de juros norte-americana. 

Isso significa que o dólar ainda terá lastro interno para se manter forte. Entretanto, o índice pode impactar na capacidade de investimento do país a médio e longo prazo.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) diminuiu as previsões de crescimento na economia global para 2,8%, em 2023. Além disso, o FMI também cortou a estimativa de crescimento em 2024 para 3%.

Veja os principais indicadores do mercado:

  • Ibovespa: 106.213,76 (+4,29%)
  • S&P 500: 4.109,05 (0,00%)
  • Nasdaq: 12.031,88 (-0,43%)
  • Dow Jones: 33.685,12 (+0,29%)
  • Dólar: R$ 5,00 (-1,16%)
  • Euro: R$ 5,46 (-0,67%)

Leia mais sobre:

0 comentários
  1. Antonio Mantovani
    Antonio Mantovani

    Milagre a vista: BC com aquele ditado popular; se ficar bicho come, se correr bicho come.

  2. Eduardo Antunes Sad
    Eduardo Antunes Sad

    QUAL PAIS QUE A INFLAÇÃO ABAIXOU ? AQUI NAO FOI !!
    TUDO MONTADO COMO FOI FEITO ANTES
    E FAKE

  3. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Se o larápio não tivesse aqui, com certeza o Brasil estaria “bombando”! Juros alto e inflação controlada. O presidente do Banco Central tem “nervos de aço” para aguentar a pressão da quadrilha.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade