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Economia

Índia bate Hong Kong e se torna 7° maior mercado de ações do mundo

Valor da Bolsa de Valores de Nova Délhi é de US$ 3,9 trilhões

Índia Hong Kong mercado de ações
Por causa do Chapter 11, a Bolsa de Valores do Brasil (B3) removeu as ações da Gol de todos os seus índices, incluindo o principal da bolsa, o Ibovespa, e também de seus outros nove índices | Foto: Reprodução/Freepik

O valor de mercado da Bolsa de Valores da Índia acaba de ultrapassar o da Bolsa de Hong Kong, tornando-se a sétima maior do mundo.

No fim de novembro, a capitalização de mercado total da Bolsa de Valores da Índia, a National Stock Exchange of India (NSE), chegou a US$ 3,989 trilhões. Já o valor da Bolsa de Hong Kong foi de US$ 3.984 trilhões, segundo dados da World Federation of Exchanges (WFE).

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Além disso, o índice NIFTY 50 — das 50 maiores empresas do país listadas na Bolsa da Índia — alcançou outro recorde histórico nesta terça-feira, 12. O índice subiu 16% neste ano e caminha para o seu oitavo ano consecutivo de ganhos. Em contraste, o índice Hang Seng — o principal do mercado de ações de Hong Kong — caiu 17% neste ano.

Aumento da liquidez, maior participação doméstica e melhorias no ambiente macroeconômico global, como a queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, impulsionaram os mercados acionários do país.

O país mais populoso do mundo se prepara para as eleições gerais no próximo ano. Analistas preveem que haja mais uma vitória para o partido nacionalista, o Bharatiya Janata Party.

“Para as eleições gerais, pesquisas de opinião e eleições estaduais recentes mostram que o governo liderado pelo BJP pode obter uma vitória decisiva, o que poderia desencadear uma alta no mercado nos primeiros três a quatro meses do ano, com expectativas de continuidade de políticas”, disseram estrategistas do HSBC, em uma nota aos clientes.

O HSBC afirmou que os setores bancário, de saúde e energia do país estão bem posicionados para o próximo ano.

Agência de classificação de risco reduziu avaliação para Hong Kong

Na semana passada, a agência de classificação de risco Moody’s reduziu sua perspectiva para Hong Kong de estável para negativa.

Na ocasião, a Moody’s explicou os laços financeiros, políticos, institucionais e econômicos da cidade com a China continental.

Esse rebaixamento ocorreu logo depois de a agência reduzir sua perspectiva para as classificações de crédito do governo chinês de negativa para estável.

No início de novembro, o governo de Hong Kong disse que espera que a economia cresça 3,2% em 2023.

A perspectiva é uma redução da sua antiga perspectiva positiva de crescimento do PIB de 4% a 5% prevista em agosto.

Por fim, o governo da cidade alertou que as crescentes tensões geopolíticas e as condições financeiras restritivas continuam a pesar sobre investimentos, exportações de bens e sentimento de consumo.

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