Principal índice da Bolsa de Valores do Brasil, o Ibovespa fechou em forte queda nesta terça-feira, 19. Recuou 2,1%, aos 134.432 pontos. O movimento resultou da influência, sobretudo, das ações do setor financeiro. Os respectivos papéis registraram grande pressão ao longo da sessão.
Entre as maiores baixas, as ações ordinárias do Banco do Brasil caíram 6,03% (R$ 19,80), Santander recuou 4,88% (R$ 25,94) e B3 perdeu 4,79% (R$ 12,53). Do mesmo modo, também registraram queda expressiva Itaú (-3,84%, R$ 36,31) e Bradesco (-3,43%, R$ 15,79). Juntos, em um só dia, os grandes bancos do país perderam aproximadamente R$ 42 bilhões em valor de mercado.
Receba nossas atualizações
Ibovespa reflete crise política
O recuo refletiu a percepção de que a disputa política entre Estados Unidos e Brasil entrou em um novo e delicado capítulo. Nesta segunda-feira, 18, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino decidiu barrar as sanções impostas pelo governo norte-americano ao ministro Alexandre de Moraes, também integrante da Corte.
Leia também: “O Banco do Brasil está nas cordas”, reportagem de Artur Piva publicada na Edição 283 da Revista Oeste
Com os bancos sob pressão direta da Lei Magnitsky, de um lado, e pelas decisões do STF, de outro, investidores assumiram uma posição de cautela diante da hipótese de a crise ganhar proporções maiores e provocar impactos mais diretos e severos na economia.
“É difícil precificar as consequências se os bancos brasileiros forem cortados do sistema financeiro internacional. São instituições que operam fora do país e qualquer restrição nesse sentido seria muito ruim para o Brasil”, afirmou Bruno Takeo, estrategista da Potenza Capital, em entrevista ao site InfoMoney.
Da mesma forma, Alison Correia, analista de investimentos e cofundador da Dom Investimentos, avalia que a complexidade do cenário leva o mercado a adotar principalmente uma postura cautelosa. “É preciso compreender melhor o alcance das últimas medidas antes de tomar novas posições.”
Leia mais notícias de Economia na Oeste
Diante de um Congresso pequeno e acovardado, a Suprema Corte se adornou com uma aura de onipotência. E agora vestiu a fantasia de patriota nacionalista que “não se curva ao império do norte”. Nessa escalada, se vê agora numa encruzilhada quando quer impor aos bancos medidas que eles não podem cumprir sob pena de sanções internacionais. Confrontando agora o sistema bancário, pode estar se aproximando o momento em que o 5TF descubra que sua “onipotência” foi erguida em um castelo de cartas.
Flávio Dino, que rocambole estragado do cabrunco você comeu, que resultou nessa diarreia verbal de boteco de quinta categoria? Que arroz de cuxá azedo você comeu, que resultou nesse seu arrego? Um aluno medianamente aplicado do primeiro semestre de Direito em faculdade meia boca faria melhor que você, criatura. Tem noção do prejuízo que seus arrotos autoritários causou nos mercados financeiros, isso sem contar que seu arrego no remendo do seu documentinho indigente tentando se explicar, apenas complicou não só a sua situação como a do Ministro Moraes. E no fim, senhor Dino, vocês vão ter que engolir o rocambole estragado do cabrunco que você mesmo fez, porque a Faria Lima, entre os seus TRILHÕES de REAIS movimentados mundo afora e você com seu delírio AUTORITÁRIO, coisa de comunista metido a sofisticado, letrado, ou só mesmo um tolo delirante, na primeira curva a Faria Lima descarta você e sua catrupia sem a menor cerimônia.
SEM PROBLEMA!!!! VAMOS TODOS USAR CARTÃO DE CRÉDITO BANDEIRA XING-LING E IR PASSEAR NA ÁSIA! DINO É COMUNISTA,JÁ TINHA COMBINADO ISSO COM A PRESIDENTE DO BANCO DOS BRICS,A ESTOCADORA DE VENTO. YANKEES ,GO HOME!
O gnomo, a lei Magnitisky também foi aplicada em vossa senhoria?
Daniel, o Ivan está sendo irônico.
Vai firme e fundo, gordola rocambole do inferno!!!!… Aproveite e assista ao vídeo do advogado Davi Aragão – é de borrar as calças de tanto medo.