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Economia

IBGE: produção industrial do Brasil cai 0,1% em fevereiro

Conforme estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, este é o 5º mês consecutivo sem crescimento em relação ao anterior; confira

Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), na cidade de Volta Redonda, sul Fluminense, em alusão à nota sobre o desempenho da indústria brasileira em fevereiro de 2025, segundo o IBGE
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), na cidade de Volta Redonda, sul Fluminense | Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quarta-feira, 2, que a produção industrial do Brasil teve uma ligeira queda de 0,1% em fevereiro, em comparação a janeiro, com ajuste sazonal. Este é o quinto mês consecutivo sem crescimento em relação ao mês anterior. Clique aqui e confira o documento.

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Nos primeiros 31 dias do ano, o setor apresentou estabilidade, sem variação porcentual mês a mês. Sem ajustes sazonais, a produção industrial subiu 1,5% em fevereiro, em relação ao mesmo mês de 2024.

No acumulado do primeiro bimestre de 2025, ou seja, janeiro, fevereiro e março, houve um aumento de 1,4% em relação ao mesmo período de 2024. Já nos últimos 12 meses, o crescimento acumulado foi de 2,6%.

IBGE mostra retração de fevereiro entre setores

Tabela do IBGE mostra resultado do setor no mês
Tabela do IBGE mostra resultado do setor no mês | Foto: Reprodução/IBGE

A retração de 0,1% em fevereiro teve influência de 14 dos 25 ramos industriais os quais o IBGE analisou. O setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos registrou a maior queda, de 12,3%.

Também houve diminuição em máquinas e equipamentos (-2,7%), produtos de madeira (-8,6%), produtos diversos (-5,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-1,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-1,5%) e móveis (-2,1%).

Por outro lado, as indústrias extrativas tiveram alta de 2,7%, e o setor de produtos alimentícios cresceu 1,7%. Essas variações positivas ajudaram a atenuar o impacto negativo dos outros ramos.

Leia também: “A comédia das galinhas inflacionárias”, artigo de Ubiratan Jorge Iório publicado na Edição 262 da Revista Oeste

Ao considerar as grandes categorias industriais, os bens de consumo duráveis caíram 3,2% em fevereiro em comparação a janeiro. Os bens de consumo semiduráveis e não duráveis recuaram 0,8%. Em contrapartida, os setores de bens de capital e intermediários avançaram 0,8% — o que mostra uma certa estabilidade na demanda por esses produtos.

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