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Economia

Gasolina comum sobe mais de 12% no início do governo Lula

Alta se dá no comparativo com janeiro a abril de 2022; preços da gasolina aditivada e do etanol também subiram

preço médio gasolina - marcello casal jr - agência brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Os primeiros quatro meses do governo Lula à frente da Presidência da República foram de alta no preço médio da gasolina comum no país. A mais nova edição do “Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade Urbana” mostra que o valor do combustível cresceu 12,2%, no comparativo com o período de janeiro a abril de 2022. Divulgado nesta segunda-feira, 8, o levantamento foi realizado em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

No primeiro quadrimestre de 2023, a gasolina comum não foi o único combustível a registrar alta acumulada. De acordo com o estudo, a gasolina aditivada também apresentou inflação acima de dois dígitos: elevação de 10,6%. O etanol hidratado foi outro item em que o preço médio cresceu; no caso, 4,8%.

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Enquanto isso, o gás natural veicular (GNV) e o diesel comum apresentaram quedas, no comparativo do primeiro quadrimestre deste ano com o mesmo período do ano passado. Eles ficaram mais barato 7,5% e 8,9%, respectivamente. Contudo, a maior queda registrada no período foi do diesel S10, com recuo de 9,9%.

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Preço médio da gasolina comum em abril

Postos Gasolina São Paulo
Consumidores sentem no bolso os efeitos do aumento do preço da gasolina | Foto: Romildo de Jesus/Futura Press/Estadão Conteúdo

Segundo o levantamento da Fipe, o preço médio da gasolina comum no Brasil foi de R$ 5,57. Apesar disso, ao menos três Estados da Região Norte fecharam o mês com valores acima dos R$ 6: Acre (R$ 6,10), Roraima (R$ 6,19) e Amazonas (R$ 6,46).

No entanto, o panorama revela que foi outro Estado do Norte que teve a gasolina comum mais barata do país em abril, o Amapá. Nos postos amapaenses, a saber, o preço médio do litro do combustível foi de R$ 5,20. Paraíba (R$ 5,35) e São Paulo (R$ 5,37) completam o pódio dos Estados com os preços mais baixos do mês.

Leia também: “Licença para gastar”, reportagem de Branca Nunes publicada na Edição 163 da Revista Oeste.

E ainda: “A síndrome crônica da esquerda mundial”, por Ubiratan Jorge Iorio.

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3 comentários
  1. Vitor silva ribeiro
    Vitor silva ribeiro

    Em 2022, o governo Bolsonaro enfrentou o momento mais crítico com relação ao preço do combustível, com o preço de revenda chegando a R$ 7,25. Já como pré-candidato, ele criticou os lucros da companhia e forçou trocas no comando da estatal. Foi então que na canetada ele tirou o ICMS da conta, no governo atual, com ICMS R$ 5,57. Essa revista é intelectualmente incapaz, se não existissem esse tanto de acéfalo de direita para ler esse lixo, não teria espaço nem pra jornaleco de escola secundarista.

  2. Christian
    Christian

    O Aumento de impostos fará o Brasil parar.
    Vejam as montadoras. Com os impostos abusivos no Brasil, estão derretendo e são futuras adeptas ao caminho da FORD.

  3. João Mário Antunes Pereira
    João Mário Antunes Pereira

    Roubalheira em impostos para manter viagens, diárias, gravatas caríssimas da suposta presidenta esbanja e do velhinho lula

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