Um levantamento divulgado pelo Instituto Millenium em parceria com o Ranking dos Políticos reúne dados para comparar trajetórias econômicas de países que adotaram modelos distintos de organização econômica.
Divulgado nesta sexta-feira, 1º, o material apresenta indicadores de crescimento, inflação e renda em nações da Europa, da Ásia e da América Latina. A análise inclui casos como Venezuela, Polônia, Alemanha e as Coreias.
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Comparação destaca diferenças de desempenho econômico
No caso da Venezuela, o levantamento mostra que o país figurava entre os mais ricos da América Latina nos anos 1970. Décadas depois, registrou inflação de 1.000.000% em 2018 e queda superior a 70% do Produto Interno Bruto (PIB) desde 2013. O material também aponta a saída de mais de 7 milhões de pessoas do país. O que mudou de um tempo para o outro? Antes, o país era capitalista. Depois, lidou — e ainda lida — com a ditadura socialista.

Já a Polônia apresentou trajetória distinta. Segundo o estudo, o país enfrentou baixo crescimento e dificuldades econômicas nas décadas de 1970 e 1980, quando vivia sob o regime comunista. A partir dos anos 1990, com mudanças na estrutura econômica, o PIB per capita mais que triplicou. O crescimento médio ficou próximo de 4% ao ano por décadas.
O levantamento também inclui comparações entre Alemanha Ocidental (capitalista) e Alemanha Oriental (socialista), durante o período de divisão do país, além dos casos de Coreia do Sul e Coreia do Norte. Nos exemplos citados, o levantamento aponta diferenças de renda, como um PIB abaixo de US$ 2 mil para a Coreia do Norte e de US$ 30 para a Coreia do Sul. O conteúdo reforça indicadores de produtividade e condições econômicas ao longo do tempo.
Outro ponto abordado envolve restrições à mobilidade em regimes comunistas e socialistas. O conteúdo menciona que, na Alemanha Oriental, a saída do país era tratada como crime, com registros de tentativas de fuga e mortes ao longo do período.
O Ranking dos Políticos e o Instituto Millenium divulgaram as informações em peças visuais que elas próprias produziram. Em geral, as duas instituições apresentam os dados como exemplos de trajetórias econômicas distintas em contextos históricos semelhantes.
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