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Economia

Estatais têm altos dividendos, mas ficam atrás de empresas privadas em valorização

Enquanto a Embraer é a companhia com maior alta em 2024, de 124%, a Petrobras é a que mais paga dividendos

Estatais brasileiras oferecem altos dividendos, mas ficam atrás de empresas privadas em valorização em 2024
Fachada da Petrobras | Foto: Divulgação/Bruno Covas/Flickr

Em 2024, as ações das estatais brasileiras listadas na B3, a bolsa do Brasil, tiveram uma valorização menor quando comparada às de empresas privadas. No entanto, as públicas compensaram o resultado com dividendos mais altos aos acionistas.

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Segundo a Quantum Finance, a Embraer foi a empresa que liderou em valorização, com um aumento de 124% no valor de suas ações. Enquanto isso, a Petrobras destacou-se nos dividendos, com quase 14% de retorno.

Desempenho das empresas

A B3 fica localizada no Centro Histórico de São Paulo | Foto: Divulgação/B3
A B3 fica localizada no Centro Histórico de São Paulo | Foto: Divulgação/B3

A análise da Quantum considerou os retornos acumulados até 29 de outubro, depois de a B3 ter introduzido dois índices: o Ibovespa B3 Estatais (IBEE) e o Ibovespa B3 Empresas Privadas (IBEP). O objetivo da bolsa é de fornecer referências claras de desempenho ao mercado.

Leia mais: “Por que o dólar não para de subir?”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 240 da Revista Oeste

Entre as estatais, a Cemig, distribuidora de energia mineira, teve a maior valorização. O aumento foi de 43%. Em contraste, a menor privada entre as cinco primeiras, a Marfrig, cresceu 57% — o que evidencia a diferença de desempenho entre os grupos.

Dados das ações: valorização e pagamento de dividendos das empresas
Dados das ações: valorização e pagamento de dividendos das empresas | Foto: Divulgação/Quantum Finance

Na distribuição de dividendos, as estatais foram superiores. A Cemig pagou quase 10% e a Petrobras, na liderança, quase 14%. Entre as privadas, a CSN pagou 12,3% e a PetroReconcavo, 8,7%.

Leia também: “A inflação é um crime. O criminoso é reincidente”, artigo de Roberto Motta publicado na Edição 242 da Revista Oeste

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