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Economia

Empresa norte-americana adquire Suvinil por US$ 1,15 bilhão

De acordo com a Sherwin-Williams, o objetivo da compra é fortalecer sua presença no mercado brasileiro e ampliar seu portfólio de marcas renomadas

A Sherwin-Williams é uma empresa dos Estados Unidos com sede em Ohio | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
A Sherwin-Williams é uma empresa dos Estados Unidos com sede em Ohio | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

A empresa norte-americana Sherwin-Williams anunciou a aquisição dos negócios da Suvinil, parte da Basf, por US$ 1,15 bilhão.

A operação visa a expansão das oportunidades de crescimento no Brasil, onde a Sherwin-Williams já atua com marcas como Lazzuril, NovaCor e KemTone.

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A Suvinil faz parte da divisão de tintas decorativas da Basf, que até então só operava com esse negócio no Brasil. Por isso, a decisão de vender foi anunciada no segundo semestre de 2024. Em 2024, a unidade gerou US$ 525 milhões em receitas no Brasil.

“Os negócios da Suvinil são altamente complementares aos nossos na América Latina, com marcas reconhecidas e altamente confiáveis”, afirmou Heidi Petz, diretora-presidente da Sherwin-Williams.

O mercado de tintas decorativas no Brasil movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano. A marca mais conhecida é a Suvinil, criada em 1961 pelo empresário Olócio Bueno, que combinou o nome da sua antiga marca, Super, com “Vinil”. Oito anos depois, a Suvinil foi adquirida pela Basf.

Expectativa de conclusão da compra da Suvinil

Além da Suvinil, empresa norte-americana já atua com outras marcas na América Latina | Foto: Divulgação/Suvinil
Além da Suvinil, empresa norte-americana já atua com outras marcas na América Latina | Foto: Divulgação/Suvinil

A transação está prevista para ser concluída na segunda metade de 2025, sujeita à aprovação de órgãos regulatórios, como o Cade.

A Sherwin-Williams financiará a aquisição com caixa disponível, com vistas a minimizar o impacto na alavancagem financeira.

Segundo informações do jornal Valor Econômico, a companhia espera que a integração dos negócios resulte em sinergias operacionais e de custos, melhorando os resultados futuros.

Envolvidos na transação

O Citi atuou como assessor financeiro da Sherwin-Williams, com apoio jurídico dos escritórios Jones Day e BMA Advogados.

Por sua vez, a Basf foi assessorada financeiramente pelo Deutsche Bank e juridicamente pelos escritórios Linklaters, Todorov, Machado Meyer e Giannini & Nisiyama.

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