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Economia

Eletrobras muda nome para Axia Energia e renova identidade corporativa

O nome escolhido, de origem grega e que significa 'valor', busca simbolizar a transformação da companhia

A privatização da Eletrobras faz parte de um esforço mais amplo para assegurar que a empresa opere com máxima eficiência, de acordo com as melhores práticas de mercado | Foto: Divulgação/Eletrobras
A logo da Eletrobras | Foto: Divulgação/Eletrobras

A antiga estatal Eletrobras revelou, nesta quarta-feira, 22, que adotará uma nova identidade corporativa e passará a se chamar Axia Energia. A mudança de nome marca uma etapa significativa depois de sua privatização, ocorrida em 2022.

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O nome Axia, de origem grega e que significa “valor”, busca simbolizar a transformação da companhia. Agora, ela tenta se posicionar como uma empresa mais dinâmica, inovadora e apta a enfrentar desafios tecnológicos e regulatórios.

Segundo a própria empresa, o termo também evoca a ideia de “eixo”. Assim, busca representar conexão, sustentação e movimento.

Nova fase da Eletrobras e impactos para o mercado

Ivan Monteiro, CEO da Eletrobras | Foto: Reprodução/X
Ivan Monteiro, CEO da antiga Eletrobras, agora Axia Energia | Foto: Reprodução/X

A iniciativa da Eletrobras “reflete a convicção de que o futuro da energia será construído por empresas sólidas, confiáveis e capazes de catalisar negócios que impulsionam o desenvolvimento econômico sustentável”. A empresa posicionou-se conforme nota oficial.

Os papéis da empresa negociados na B3 vão ter seus códigos alterados para “AXIA3” (ações ordinárias), “AXIA5” (preferenciais classe A) e “AXIA6” (preferenciais classe B), a partir do dia 10 de novembro. A companhia enfatizou que a alteração de nome não implica mudanças nos compromissos contratuais, empresariais ou regulatórios.

Leia também: “Presidente da CPMI do INSS: ‘Governo Lula tenta blindar nomes de sua base'”, reportagem de Polianna Furtado e Sarah Peres publicada na Edição 292 da Revista Oeste

Fundada em 1962 sob o nome Centrais Elétricas Brasileiras, a Eletrobras desempenhou por décadas papel central na coordenação do setor elétrico nacional. A privatização, aprovada em 2022, reduziu a participação da União no capital votante para cerca de 42%, fato que fez com que o governo deixasse de ser o acionista controlador.

Leia mais: “A captura do Estado pelo petismo”, reportagem de Edilson Salgueiro publicada na Edição 292 da Revista Oeste

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