O dólar encerrou a sessão desta sexta-feira, 8, com queda de 0,59%, cotado a R$ 4,89, o menor nível desde 15 de janeiro de 2024, quando a moeda norte-americana fechou a R$ 4,86. Foi a primeira vez em mais de dois anos que o câmbio terminou abaixo da marca de R$ 4,90.
O movimento ocorreu em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, depois de relatos de incidentes no Estreito de Ormuz. A mídia iraniana e o Comando Central dos Estados Unidos informaram que houve ataques na região, apesar do cessar-fogo firmado entre os dois países.
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Segundo o Exército norte-americano, forças dos EUA dispararam contra dois navios-tanque de bandeira iraniana que teriam tentado romper o bloqueio imposto aos portos do Irã. A escalada ocorre mesmo diante da trégua iniciada em 7 de abril e prorrogada no dia 21 pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Bolsa do Brasil cai na semana, apesar da queda do dólar
No mercado doméstico, o Ibovespa fechou em alta de 0,49%, aos 184.108,29 pontos. Apesar do avanço no pregão, o principal índice da B3 acumulou a quarta perda semanal consecutiva, com recuo de 1,71% na semana. No acumulado de 2026, porém, a bolsa brasileira ainda sobe 14,26%.
Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 183.217,23 pontos e a máxima de 185.584,45 pontos. As ações da Petrobras contrariaram o desempenho do petróleo no exterior e encerraram o dia em queda. Os papéis ordinários recuaram 0,87%, enquanto os preferenciais caíram 1,19%, fechando a R$ 45,67.
Entre as maiores altas do Ibovespa no pregão estiveram Yduqs, com ganho de 7,87%, Localiza, que avançou 7,62%, e Vibra Energia, com alta de 4,55%. Na ponta negativa, os destaques foram Embraer, com queda de 11,45%, Vivara, que perdeu 10,77%, e Magazine Luiza, em baixa de 9,95%.




































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