O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou o plano de subvenção ao diesel com apoio de Estados. O programa prevê R$ 1,20 por litro. A medida busca conter os impactos da guerra no Irã sobre os preços. Ainda assim, grandes distribuidoras decidiram não aderir à primeira fase.
O ministro informou, nesta quarta-feira, 1º, que os Estados que não participarem da subvenção terão diesel mais caro.
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O prazo de inscrição para as vendas de março terminou na terça-feira, 31. Vibra, Ipiranga e Raízen ficaram fora do programa. As três empresas estão sob investigação do governo por aumentos de preços. Nenhuma comentou oficialmente a decisão de não participar.

Fontes do setor relatam insegurança jurídica e regras pouco claras. A onda de autuações também influenciou a decisão das companhias.
Regras e preços do diesel afastam empresas
As distribuidoras contestam os preços máximos definidos pelo governo. Para o diesel importado, o limite varia entre R$ 5,28 e R$ 5,51 por litro. O valor depende da região. No período, o diesel importado superou R$ 6 por litro no mercado internacional.
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Nesse cenário, as importações só se viabilizaram com preços acima do teto oficial. As empresas optaram por vender sem aplicar o desconto prometido. O programa previa redução de R$ 0,32 por litro. Mesmo assim, as distribuidoras mantiveram os preços alinhados ao mercado externo.
A Petrobras aderiu à iniciativa. A estatal responde por 77% das vendas em 2025.
A expectativa é tornar a política mais atrativa. Outras empresas aderiram, como Royal FIC, Sul Plata Trading, Petro Energia e Midas. A Agência Nacional do Petróleo ainda não divulgou a lista oficial. Importadoras independentes participaram, mas com peso limitado.
A ausência das maiores distribuidoras reduz o alcance da medida. Isso compromete a capacidade de impacto sobre os preços.
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