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Economia

Desemprego: taxa de desocupação é de 6,6%

Brasil tem 7,3 milhões de pessoas desocupadas

A taxa de informalidade caiu para 37,9% da população ocupada, o equivalente a 39,2 milhões de trabalhadores
A taxa de informalidade caiu para 37,9% da população ocupada, o equivalente a 39,2 milhões de trabalhadores | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,6% no trimestre encerrado em abril, segundo a Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua divulgada, nesta quinta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice mostra estabilidade frente ao trimestre anterior, que registrou 6,5%.

Indicadores da Pnad Contínua
Indicadores de desemprego da Pnad Contínua | Quadro: Divulgação/IBGE

Esse é o menor resultado para o período desde o início da série histórica, em 2012. O número de pessoas sem emprego também se manteve estável: 7,3 milhões, contra 7,2 milhões no trimestre anterior. Na comparação anual, houve queda de 11,5%, ou 941 mil pessoas.

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O total de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 39,6 milhões. O número representa aumento de 0,8% frente ao trimestre anterior e de 3,8% em relação ao mesmo período de 2024.

Leia mais: “IBGE: desemprego cresce em 12 Estados no início de 2025”

A população ocupada somou 103,3 milhões de pessoas. O dado também ficou estável no trimestre, com alta de 2,4% na comparação anual.

Desemprego estável e queda na informalidade

A taxa de informalidade caiu para 37,9% da população ocupada, o que equivale a 39,2 milhões de trabalhadores. O índice é menor que o do trimestre anterior (38,3%) e do mesmo período de 2024 (38,7%).

Segundo o IBGE, essa queda decorre da estabilidade entre os trabalhadores sem carteira assinada (13,7 milhões) e por conta própria (26 milhões), enquanto o número de empregados com carteira assinada subiu.

O nível de ocupação ficou em 58,2%, estável em relação ao trimestre anterior e com alta de 0,9 ponto porcentual na comparação anual. A população fora da força de trabalho somou 66,8 milhões de pessoas, enquanto 3 milhões estavam desalentadas.

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O rendimento médio habitual foi de R$ 3,4 mil, estável no trimestre e 3,2% maior que no mesmo período do ano passado. Já a massa de rendimentos chegou a R$ 349,4 bilhões.

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4 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Nao acredito isso é manipulado pelo IBGE para ajudar na imagem do governo falido

  2. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Não sei tem uma conta errada nesta informação. Se tem 7,3 milhões de pessoas sem emprego e no trimestre passado era 7,2 milhoes. Não diminuiu fez foi aumentar os desempregados.

  3. Roberval Cury
    Roberval Cury

    Boa notícia. Mas claro que vai ter gente falando que é mentira por aqui.

    1. Jorge Augusto Santos
      Jorge Augusto Santos

      E claro que petistas comprados vão falar que é sucesso do ex condenado

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