Os Correios confirmaram que não vão pagar, em 2025, o crédito extra de fim de ano que repassa tradicionalmente aos empregados. O benefício, que leva o apelido de “vale-peru”, foi concedido no ano passado no valor de R$ 2.500 por funcionário. Desta vez, contudo, a atual administração decidiu vetar o recurso em meio principalmente a uma grave crise financeira
A empresa comunicou a decisão internamente depois de renovar o acordo coletivo de trabalho até 15 de dezembro. Nesse contexto, o documento excluiu desse modo justamente a cláusula que previa o pagamento do crédito adicional. No ano passado, mesmo já acumulando perdas expressivas, a estatal destinou aproximadamente R$ 200 milhões ao benefício.
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Correios: má gestão e impasse
O pagamento ocorreu em duas parcelas: R$ 1.000 ainda em 2024 e R$ 1.500 no início de janeiro deste ano. Agora, os empregados receberam uma nota informativa da empresa. Nela, a direção afirma que “o crédito extra previsto nesta cláusula já foi integralmente quitado, sem prejuízos aos trabalhadores”.
O impasse se intensificou porque o acordo anterior expirou em julho e dessa forma vem sendo prorrogado repetidamente. A empresa sustenta que, diante do cenário fiscal adverso, não há margem sobretudo para reajustes salariais. Com isso, o sindicato que representa os funcionários dos Correios aprovou indicativo de greve para 16 de dezembro. A decisão aumenta a pressão sobre a companhia.
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O diagnóstico financeiro é severo. Os Correios estimam a necessidade de R$ 20 bilhões até 2026 para executar um plano de reestruturação que inclui o pagamento de dívidas com fornecedores, um novo programa de demissão voluntária para cortar ao menos 10 mil postos e a revisão de carreiras, salários e do plano de saúde.
O rombo acumulado desde a transferência do comando da empresa da gestão Jair Bolsonaro (PL) para Lula da Silva (PT) vem crescendo e já alcançou R$ 6,1 bilhões até setembro deste ano. Para salvar a companhia, estuda-se um grande empréstimo junto a bancos públicos e privados, mediante garantia do Tesouro Nacional.
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O ladrao colocou como presidente do correios o sujeito que fazia churrasco para as farras do palácio , o cara comprou uns ternos novos e foi ser presidente, roubou tudo que pode e se mandou em julho é o correio se arrombando totalmente e o ladrao chefe colocou outro
Toma fazedores do “L” agora se ferrem
A salvação desta “empresa” é a sua extinção, já que dificilmente achará um maluco que queira comprar….
Quando deixarem de fazer o L, quem sabe, a situação muda? Por enquanto é só racionar e votar corretamente em 2026.
Greve geral pelo vale peru!
E acreditem, existem muitos funcionários dos Correios que fizeram o “L”. Mas pode piorar, se o painho se candidatar novamente eles ainda votam nele! Surreal.
O Vale Peru – para funcionários dos correios, funcionários da rede ferroviária federal ou outros que não tenho ciência. É uma excrescência, um abuso, uma regalia neste Brasil injusto… Sim, em que alguns sindicatos ou grupos corporativos criam penduricalhos em empresas estatais ou federais.