publicidade
Economia

Contas do governo central registram déficit primário de R$ 62,7 bi

Resultado do Tesouro Nacional aponta rombo acumulado nos últimos 12 meses

Impostos Dinheiro Governo
Dados sobre os impostos foram colhidos no site do Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo | Foto: Reprodução/Agência Brasil/Marcello Casal Jr

O governo central — formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central — registrou déficit primário de R$ 62,7 bilhões. O valor corresponde a 0,47% do Produto Interno Bruto. O dado consta no Relatório do Tesouro Nacional (RTN) divulgado nesta quarta-feira, 25, pelo Ministério da Fazenda.

Apesar do rombo consolidado nos últimos 12 meses, o governo central registrou superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. No mesmo mês de 2025, o saldo havia sido de R$ 85,1 bilhões.

Receba nossas atualizações

A receita total somou R$ 322 bilhões em janeiro. No mesmo período do ano anterior, o montante alcançou R$ 302 bilhões. A variação nominal foi de 6,6%. Considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a alta real foi de 2%.

+ Leia mais de Economia em Oeste

A receita líquida real, descontadas as transferências a Estados e municípios, cresceu 1,2%. As despesas totais atingiram R$ 1,8 bilhão. O valor representa aumento real de 2,9%.

Leia também: “Janeiro registra arrecadação de R$ 325 bi em impostos

Segundo o Tesouro, o superávit primário decorreu principalmente do desempenho conjunto do Tesouro Nacional e do Banco Central. As duas instituições registraram saldo positivo de R$ 107,5 bilhões. A Previdência Social apresentou déficit de R$ 20,6 bilhões no mês.

Déficit versus arrecadação

Entre os destaques da arrecadação, o Imposto de Renda avançou R$ 3,9 bilhões. O crescimento concentrou-se em rendimentos do trabalho e do capital. O Imposto sobre Operações Financeiras subiu R$ 2,7 bilhões. O aumento refletiu maior arrecadação com operações de câmbio, crédito e títulos mobiliários.

Outras receitas administradas pela Receita Federal cresceram R$ 2,1 bilhões. A receita previdenciária avançou R$ 3,9 bilhões. O resultado refletiu mercado de trabalho aquecido e reoneração da folha.

Leia também: “Diretor da Aneel vota pela extinção do contrato com a Enel em SP

O relatório também apontou redução de R$ 1,9 bilhão em despesas obrigatórias com controle de fluxo. A queda envolveu gastos com Bolsa Família e despesas na função saúde.

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.