O Conselho de Administração dos Correios aprovou a contratação de um empréstimo de até R$ 12 bilhões para reforçar principalmente o caixa da estatal, em meio a um cenário de dificuldades financeiras. A operação, no entanto, ainda depende do aval do Tesouro Nacional. Essa etapa é essencial para que os recursos tenham uma liberação efetiva.
O financiamento faz parte de um plano mais amplo de reestruturação da empresa, que enfrenta prejuízos bilionários e problemas de liquidez ao longo de 2025. A direção dos Correios avalia que a captação ajudaria a cumprir compromissos de curto prazo, regularizar pagamentos e garantir a continuidade das operações.
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Correios e o consórcio de bancos
O empréstimo deverá envolver um consórcio de bancos públicos e privados, com a garantia da União como condição central para viabilizar taxas de juros mais baixas. Sem essa garantia, a operação se torna mais onerosa e, na prática, inviável para a estatal. Por isso, a análise técnica do Tesouro é vista como o principal obstáculo neste momento.
Inicialmente, os Correios chegaram a discutir a possibilidade de captar um volume maior de recursos, na casa dos R$ 20 bilhões. O valor, contudo, foi reduzido depois de ajustes exigidos pelo governo, sobretudo em relação ao custo financeiro da operação. O Tesouro mantém parâmetros rígidos para conceder garantias, a fim de limitar riscos fiscais para a União.
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Além do empréstimo, o plano de recuperação da empresa inclui medidas de corte de despesas, revisão de contratos e a implementação de programas de desligamento voluntário. A avaliação do governo é de que o socorro financeiro precisa estar acompanhado de ações estruturais para evitar a repetição de déficits nos próximos anos.
O Ministério da Fazenda informou que a proposta está em análise e que a decisão levará em conta tanto a situação financeira dos Correios quanto o impacto potencial sobre as contas públicas. O envolvimento da União como garantidora tem despertado atenção de órgãos de controle, que acompanham o processo devido aos riscos fiscais envolvidos.
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Se esse correio pegar fogo o Brasil sai no lucro.
A direção dos Correios deveria se matricular num curso do Sebrae, sobre finanças, DRE e fluxo de Caixa. Custos Fixos altíssimos,sumidouros de dinheiro,gastos desnecessários.Resolveria o problema sem aumentar o custo com dívidas passadas e futuras.
Há apenas 3 anos atrás, estava dando lucro e pronto para ser privatizado. Mas, agora vamos pagar mais um rombo produzido por esse governo incompetente.
Apesar das urnas, culpo todos os que votaram no pt, por mais esse custo que vamos pagar.