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Economia

Com IVA de 28%, Brasil pode ter o maior imposto do mundo

Percentual estimado colocaria o país no topo do ranking dos maiores cobradores de tributos

Bernard Appy, secretário nomeado pelo ministro Fernando Haddad para conduzir a reforma tributária: imposto estimado em 28% | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Bernard Appy, secretário nomeado pelo ministro Fernando Haddad para conduzir a reforma tributária: imposto estimado em 28% | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O Brasil terá um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) médio de 28%. O número resulta de uma estimativa do secretário extraordinário da reforma, Bernard Appy. O valor vincula-se à regulamentação da reforma tributária, conforme sanção nesta última quarta-feira, 16.

Desse modo, a se confirmar o percentual médio de 28%, a taxa brasileira iria superar o patamar mais alto do mundo, que é de 27% na Hungria. Assim, o governo Lula da Silva seria o responsável por colocar o país na pole position dos maiores impostos do mundo.

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Brasil cria trava para evitar o pior

Contudo, durante a sua primeira passagem pela Câmara dos Deputados, o texto de regulamentação ganhou um novo mecanismo que tem chances de impedir que isso ocorra. Trata-se da trava de alíquota. O dispositivo serve para fazer exatamente o que o nome sugere: evitar que a alíquota geral ultrapasse um determinado nível. Neste caso, o limite contratado, pelo menos teoricamente, é de 26,5%.

O pagador de imposto médio, ao se deparar com esse número, geralmente se espanta com o peso previsto dos impostos pós-reforma. No entanto, a proposta da reforma e a consequente trava é de assegurar que a carga tributária atual não aumente ou diminua. Durante a tramitação do projeto de regulamentação da reforma tributária, a cobrança do IVA passou a contar com uma série de exceções e regimes especiais.

Conforme o secretário Appy, a inclusão de exceções durante a tramitação no Senado foi o que mais pesou para que a carga média passasse de 26,5% para os 28% estimados. Na época do trâmite, o relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), buscou acolher, parcial ou integralmente, perto de 600 mudanças propostas pelos legisladores.

Nomeado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Appy faz algumas ponderações. Diz que as alterações que mais impactavam a alíquota foram rejeitadas quando o texto voltou para a Câmara dos Deputados. Porém, segundo a CNN, o servidor reconhece que o imposto final deve ser “um pouquinho maior” do que o estimado durante a primeira passagem do projeto pelas mãos dos deputados federais.

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6 comentários
  1. Amaury G Feitosa
    Amaury G Feitosa

    É pouco afinal Mme. Isbanja nossa Maria Antonieta do Planalto precisa se divertir com a artistada mamante na lei Rouanet dançando muuuuuuito na boquinha da garrafa … Trump não sabe o que perdeu não convidando o Lula prá posse.

  2. Christian
    Christian

    Inacreditável os brasileiros gostare de tomar no fió-fó.

  3. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    Um verdadeiro atestado de incompetência administrativa

  4. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    Ora, o que a mediocridade sabe fazer é consumir recursos produzidos por terceiros, já que nada produzem de concreto, útil e objetivo à sociedade, e cobrar mais e mais, para benefício próprio e dos seus, enquanto existir sangue para ser sugado!

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