publicidade
Economia

China pede aos EUA para ‘eliminar completamente’ tarifas recíprocas

O governo Trump anunciou na última sexta-feira, 11, uma isenção para importações de eletrônicos

tarifaço EUA China
As taxas norte-americanas contra a China agora somam 145% no total | Foto: Reprodução/Flickr

A China pediu aos Estados Unidos, neste domingo, 13, que “eliminem completamente” as tarifas recíprocas entre os dois países. O pedido vem depois de o governo de Donald Trump anunciar, na última sexta-feira, 11, a isenção de tarifas sobre celulares, computadores e outros produtos eletrônicos. 

+ Leia mais notícias de Economia em Oeste

Receba nossas atualizações

Em nota oficial, o Ministério do Comércio chinês classificou a medida como um “pequeno passo” e afirmou que Pequim estava “avaliando o impacto” da medida. 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: REUTERS/Nathan Howard/File Photo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: REUTERS/Nathan Howard/File Photo

“Instamos os Estados Unidos [] a tomarem medidas importantes para corrigir seus erros, eliminar completamente a prática errônea de tarifas recíprocas e voltar ao caminho certo do respeito mútuo”, disse o porta-voz do ministério.

Maioria dos produtos da China ainda tem alíquota de 145% nos EUA

As isenções devem beneficiar empresas dos EUA como Nvidia, Dell e Apple — esta última com grande parte da produção de iPhones e outros produtos na China. Apesar disso, a maioria dos produtos chineses ainda enfrenta uma tarifa geral de 145% para entrar no mercado norte-americano.

Segundo a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA, a isenção abrange 20 categorias de produtos. Semicondutores, chips de memória e monitores de tela plana estão incluídos na lista.

Os eletrônicos representam parte expressiva das exportações chinesas para os EUA. Em 2024, os smartphones lideraram com US$ 41,7 bilhões, seguidos pelos laptops, com US$ 33,1 bilhões, segundo dados do US Census Bureau divulgados pela Reuters.

A medida pode aliviar os custos para os consumidores e beneficiar grandes empresas do setor, conforme destacado pela Bloomberg. Já a gestora de fundos Wedbush considerou a decisão “a melhor notícia possível para investidores em tecnologia”, segundo a CNN.

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade