A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estima faturar R$ 1 bilhão em patrocínios em 2026, ano de Copa do Mundo, quando todos os olhares se voltam para o futebol. A projeção ocorre depois da entidade fechar seu pacote de marketing com 12 parceiros comerciais. A CBF acertou sete novos contratos este ano: Sadia, Azul, Volkswagen, Amazon, Google, Uber e iFood.
O contrato com a Nike permanece como o principal ativo da Seleção Brasileira. O acordo garante US$ 87 milhões anuais fixos. A receita total pode atingir US$ 100 milhões (R$ 490 milhões) com a soma dos royalties de vendas.
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O montante arrecadado em 2024 era de R$ 450 milhões. A renovação com a Nike e a chegada de novos parceiros, porém, impulsionaram o crescimento financeiro. O mercado sinaliza propostas bilionárias para contratos futuros de material esportivo.
CBF aproveita valorização da Seleção Brasileira
A nova diretoria, sob o presidente Samir Xaud, reformulou o departamento comercial para expandir propriedades. A estratégia foca na visibilidade global do ciclo da Copa do Mundo de 2026.
O ativo Seleção Brasileira mantém-se como uma das marcas mais lucrativas do esporte mundial. Nesse cenário, o técnico Carlo Ancelotti atua como garoto-propaganda em ações promocionais.





































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