O Banco Regional de Brasília (BRB) começou a procurar o mercado financeiro em busca de recursos, depois do escândalo que envolve o Banco Master. Executivos da instituição financeira estiveram na Faria Lima para conversar com grandes bancos e gestoras sobre a venda de ativos e alternativas para reforçar o caixa.
O tamanho do problema ainda é imensurável, como mostra o repórter especial Carlo Cauti, em reportagem publicada na Edição 307 da Revista Oeste. O BRB não divulgou os balanços do terceiro e do quarto trimestres de 2025 e só deve publicar o resultado consolidado do ano passado em março. Nos bastidores, a estimativa é que a exposição ao Master fique entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões.
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O valor chama atenção porque supera, com folga, a capacidade de geração de receita do banco. A receita bruta da intermediação financeira do BRB gira em torno de R$ 1 bilhão, o que limita a margem de manobra para absorver perdas dessa dimensão.
Qual é o objetivo do BRB?
Diante desse cenário, a venda de ativos entrou no radar. A carteira do banco soma cerca de R$ 75 bilhões, mas uma liquidação apressada tende a reduzir o valor desses ativos, ampliando o impacto financeiro da operação.
A reportagem completa detalha como o BRB chegou a esse ponto, por que os balanços seguem represados e quais são os riscos de uma saída acelerada para cobrir o rombo deixado pelo Banco Master. Clique aqui e assine a Revista Oeste.
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Através de quem e qual foi os acordos para o banco master(vacaro) conseguir tanto dinheiro do BRB?