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Economia

Brasil deixa de ser um dos ‘queridinhos’ dos investidores internacionais

O repórter especial Carlo Cauti mostra indícios dessa mudança no mercado na Edição 253 da Revista Oeste

Notas de Real e Dólar | REUTERS/Amanda Perobelli/Illustration
Notas de Real e Dólar | Amanda Perobelli/Reuters

Em reportagem na Edição 253 da Revista Oeste, Carlo Cauti mostra que o Brasil deixou de ser um dos “queridinhos” dos investidores internacionais com a entrada do governo Lula. Um dos indícios de que o país é deixado de escanteio ocorreu no Fórum Econômico Mundial de Davos, onde “ninguém fala do Brasil”. 

Segundo o cofundador e presidente do Nubank, David Vélez: “Não estamos no radar de ninguém”. Ainda segundo o executivo, muitos investidores saíram do Brasil e perderam a confiança no país. E quando isso acontece “é difícil recobrar a confiança”.

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Leia um trecho da reportagem a qual também mostra que 2025 no Brasil deve ser marcada pelas dificuldades para os bancos brasileiros:

“O ano de 2025 será complicado para os bancos brasileiros por causa das condições macroeconômicas mais complexas. O banco americano Citi fez uma revisão negativa dos lucros das instituições financeiras brasileiras. A pior situação será a do Bradesco, que terá uma redução de 9% na previsão de lucro para 2025. Por outro lado, a expectativa para o Banco do Brasil é de uma alta de 5% no lucro anual, que deveria chegar a R$ 40,7 bilhões.”

Assinada por Carlo Cauti, a reportagem “Tarifaço à vista” está disponível para leitura. A íntegra, no entanto, é aberta somente à comunidade de mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste.

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Revista Oeste

A Edição 253 da Revista Oeste vai além do texto de Carlo Cauti. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Adalberto Piotto e Rodrigo Constantino.

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1 comentário
  1. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    Comunista tem só dois neuronios , uma para comer e outro para cag…….
    O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
    “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
    • 20 milhões na União Soviética
    • 65 milhões na República Popular da China
    • 1 milhão no Vietname
    • 2 milhões na Coreia do Norte
    • 2 milhões no Camboja
    • 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
    • 150 mil na América Latina
    • 1,7 milhões na África
    • 1,5 milhões no Afeganistão
    • 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com

    Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.

    Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.

    A grande fome de Mao
    por Frank Dikötter (Autor)

    ””(QUANDO NAO HÁ BASTANTE PARA COMER, AS PESSOAS MORREM DE FOME. É MELHOR DEIXAR METADE DAS PESSOAS MORREREM, PARA QUE A OUTRA METADE POSSA SE SACIAR. )”” MAO TSÉ-TUNG

    Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.

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