O Brasil terminou o primeiro trimestre de 2026 com 1,089 milhão de pessoas procurando emprego há dois anos ou mais, segundo dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa queda de 21,7% em relação ao mesmo período de 2025 e é o menor da série histórica iniciada em 2012.
Em 2021, durante os efeitos da pandemia de covid-19, o contingente chegou a 3,5 milhões de brasileiros nessa situação. Os dados fazem parte da Pnad Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira, 14.
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Desemprego segue em 6,1%
O IBGE informou que a taxa geral de desemprego ficou em 6,1% no primeiro trimestre deste ano. Apesar da alta em relação aos últimos meses de 2025, quando o índice estava em 5,1%, o resultado representa o menor patamar da série histórica para o período.

Segundo o instituto, o desemprego costuma crescer no início do ano por causa do encerramento de vagas temporárias e demissões ligadas ao setor público.
A pesquisa também mostrou diferenças relevantes entre grupos da população.
Entre os homens, a taxa de desemprego ficou em 5,1%. Entre as mulheres, chegou a 7,3%. Já entre brancos, o índice foi de 4,9%, abaixo da média nacional. Entre pretos, atingiu 7,6%, enquanto pardos registraram 6,8%.
Trabalho por conta própria cresce
O analista do IBGE William Kratochwill afirmou que a redução no tempo de procura por emprego indica um mercado de trabalho mais dinâmico. O pesquisador, porém, ressaltou que isso não significa necessariamente melhora na qualidade das vagas.
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O levantamento também mostrou crescimento do trabalho por conta própria. O país tinha 25,9 milhões de trabalhadores nessa condição no primeiro trimestre de 2026, equivalente a 25,5% da população ocupada. Em 2012, eram 20,1 milhões.








































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