O Bradesco determinou o fim do home office para as equipes de Investimentos e Tesouraria, totalizando quase 900 funcionários, conforme anúncio feito na quinta-feira 4. O retorno integral ao escritório será exigido a partir de 2 de janeiro de 2026, afetando 844 trabalhadores do setor de Investimentos e 50 da Tesouraria, todos alocados na cidade de São Paulo.
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O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região informou que os empregados atingidos demonstraram insatisfação com a medida. De acordo com o sindicato, a decisão representa “uma péssima notícia neste final de ano para eles e suas famílias”. “Esta mudança causa impactos enormes na rotina e na qualidade de vida destes bancários, que, de forma justa, estão indignados com a mudança, uma péssima notícia neste final de ano para eles e suas famílias”, afirmou Neiva Ribeiro, presidente da entidade, através de um comunicado. “O Sindicato quer ouvir estes bancários e, juntos, definir os próximos passos de um movimento de mobilização, que pressione o banco a negociar.”
Reação sindical e próximos passos do Bradesco
Segundo o sindicato, o retorno ao presencial só deveria ocorrer com condições estruturais adequadas, garantindo saúde, segurança e qualidade de trabalho. Uma plenária destinada aos bancários sindicalizados está marcada para terça-feira, 9, a fim de discutir ações diante da decisão do banco.
Em resposta, o Bradesco informou que aproximadamente 50% dos seus mais de 82 mil funcionários trabalham no modelo híbrido. “A definição da rotina é orientada pela liderança de cada área, que estabelece a matriz ideal de dias presenciais e remotos com base nas especificidades operacionais”, declarou o banco em nota oficial. “O Bradesco busca sempre um equilíbrio entre o presencial e o remoto, com foco na produtividade e no bem-estar das pessoas.”
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