A iniciativa do Bradesco de acionar judicialmente executivos do Grupo Ambipar ganhou destaque depois de a empresa de gestão ambiental solicitar recuperação judicial na segunda-feira 20, de modo a deixar o banco com R$ 390 milhões a receber.
A instituição financeira apresentou pedido para impedir a transferência de bens do diretor de Integração e Finanças, Thiago da Costa Silva. O objetivo é responsabilizá-lo pessoalmente, assim como outros administradores, pela situação financeira da companhia.
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No processo, o Bradesco argumenta que houve abuso de personalidade jurídica e possíveis fraudes contábeis por parte da gestão da Ambipar. Tais ações seriam responsáveis pela insolvência da empresa.
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O protesto judicial, assinado pelo escritório Warde Advogados, detalha que, apesar de a Ambipar declarar um caixa de R$ 4,7 bilhões meses atrás, entrou em recuperação judicial por uma dívida de apenas R$ 60 milhões, o que levanta suspeitas sobre a real destinação desses recursos.
Bradesco questiona método de contabilização dos créditos

Os advogados afirmam que a Ambipar teria utilizado um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, o Fundo Fênix, para adquirir créditos das próprias empresas do grupo. Esses valores eram lançados como “caixa” no balanço, quando, segundo a ação, deveriam ser considerados “contas a receber”, pois dependiam de pagamentos futuros dos devedores.
A medida do Bradesco visa a evitar que o diretor e demais administradores transfiram seus bens a terceiros e alerta ao mercado sobre a intenção de, futuramente, buscar a responsabilização direta desses gestores.
“O presente protesto está fundado, de um lado, na existência do crédito de mais de R$ 390 milhões em favor do Bradesco e na iminente possibilidade de, no futuro, o Bradesco e demais credores da Ambipar virem a acionar seus administradores — notadamente os membros da Diretoria”, afirmou a defesa. “Para que, diante das graves irregularidades praticadas na companhia, estes venham a responder, com seu patrimônio pessoal, pelos danos causados.”
Leia também: “A fuga das empresas da Bolsa de Valores”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 292 da Revista Oeste
Em outro trecho, o documento diz que, “constatada a ocorrência de fraude nas contas da Ambipar, os acionistas e administradores que estavam dela cientes e não tomaram providência, e/ou que com ela foram negligentes e/ou coniventes, deverão ser responsabilizados pelos prejuízos que a repentina insolvência da companhia causou ao Bradesco”.
Até o momento, nem Thiago da Costa Silva nem representantes da Ambipar se manifestaram sobre o caso.






































Em 2023, aconteceu com as Lojas Americanas, os gestores atuando de forma fraudulenta, agora a Ambipar, também, com a possibilidade de terem fraudado o balanço.
Agora, ficam as perguntas: como podemos confiar no Mercado de Capitais no Brasil? Os proprietários, estão envolvidos na fraude? Por que, as empresas de auditoria aprovaram e assinaram os balanços? Qual o papel da CVM, diante de toda essa falta de ética, no Mercado de Capitais, querem destruir a credibilidade neste mercado?
Quem em sã consciência acreditaria no conluio entre o Governo Federal com a AMBIPAR que sairia dali algo bom e honesto em benefício dos povos indígenas, do meio ambiente e por extensão ao próprio Brasil? Ai, vem a rede Globo acudir o Governo e a AMBIPAR, como se os envolvidos na CONCESSÃO mandrake fossem absolutamente confiáveis. Eis a Globo regiamente remunerada. ” O que o acordo prevê, de fato? Trata-se de um protocolo de intenções voltado a emergências climáticas e ações de sustentabilidade que pode abarcar 1 milhão de quilômetros quadrados em terras indígenas brasileiras, o que corresponde 14% do território do país. Ele não prevê a possibilidade de transferência de recursos entre os envolvidos. O plano tem os seguintes objetivos, entre outros: “Desenvolver projetos para conservação e recuperação ambiental.” “Oferecer suporte técnico às comunidades originárias, com vistas à prevenção e resposta a eventos climáticos extremos.” “Promover a economia circular e o gerenciamento de resíduos ambientais.” Onde estavam o Ministério da Justiça, o Ministério dos Povos Indígenas, o WWF, a Greta, Marina Silva, ISA, IDESAM, IPÊ, COAIB para esmiuçar as entranhas da farra? Verificaram se a AMBIPAR tinha caixa para implementar o que prometeu, a metodologia de aplicação dos recursos, já que a AMBIPAR tem dinheiro para patrocinar a CARÍSSIMA Fórmula 1 na BAND, onde a cota tem média de VINTE E CINCO MILHÕES DE REAIS, uma merreca em relação à dívida da AMBIPAR com o Bradesco, que monta em 390 MILHÕES DE REAIS. Nem precisa ser inteligente, especialista em finanças para entender o tamanho do ROLO. Vejamos como a liça começou. 24/01/2025 ” AMBIPAR firma acordo com governo para ações em territórios indígenas. ” ” Empresa assinou protocolo de intenções com o Ministério dos Povos Indígenas no Fórum de Davos.” Alguém acha que vem coisa boa e em favor do Brasil, vindo de Davos? ” A AMBIPAR assinou um protocolo de intenções com o Ministério dos Povos Indígenas para lidar com a emergência climática e iniciativas de sustentabilidade. A parceria foi firmada durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.” É preciso ser um absolutamente ignorante, néscio ou cúmplice para acreditar nessa estrovenga mal ajambrada. ” À CNN, Soraya Pires, head de Carbon Solutions da Ambipar, explicou que a parceria busca apoiar o desenvolvimento dos povos indígenas por quatro frentes: estruturação para combate a incêndios, destinação de resíduos, ampliar o monitoramento das terras indígenas e facilitar o acesso de insumos demandados pelos povos.” Se a AMBIPAR teria ou não recursos financeiros para cuidar de 14% do Brasil, os Ministérios envolvidos, as ONGs oportunistas, os ambientalistas de mentirinha não cuidaram de verificar os BALANÇOS da AMBIPAR sobre a robustez do acordo pactuado? Ninguém com mais de um neurônio acha exequível uma joça dessa. 14% do Brasil, 5º maior país do mundo em área territorial sendo entregue pra gente de Davos e suas ONGs imperiais sem que um plano de negócios ou algo que o valha, é simplesmente abrir mão de parte de uma região rica e cobiçada. Em português simples, mas direto, o Governo Lula concedeu à AMBIPAR 14% da soberania do Brasil. Isso vai ser outro escândalo a ser integrado aos costumeiros escândalos lulistas/petistas.