A Boeing firmou um acordo com Manant Vaidya, cidadão canadense que perdeu sete familiares no acidente com um 737 MAX 8 da Ethiopian Airlines em março de 2019. O escritório Clifford Law Firm, que representa o autor da ação, divulgou as informações nesta quarta-feira, 14.
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A fabricante norte-americana admitiu responsabilidade pelas mortes. O acerto foi formalizado na noite desta terça-feira, 13, véspera do julgamento que ocorreria em um tribunal federal cível de Chicago, nos Estados Unidos.
“A Boeing assumiu total responsabilidade pela perda sem sentido e evitável dessas vidas inocentes”, informou o advogado Robert Clifford. “Essa gigante corporativa agora foi responsabilizada perante essa família, especialmente perante esse homem bom que perdeu sua querida mãe, seu pai e sua irmã.”
Acidente com Boeing na Etiópia matou 157 pessoas
A tragédia aconteceu no dia 10 de março de 2019. A aeronave caiu seis minutos depois da decolagem do Aeroporto Internacional de Adis Abeba, capital da Etiópia, com destino a Nairóbi, no Quênia. Ao todo, 157 pessoas, de 35 países, morreram no local.
Entre as vítimas estavam a irmã de Vaidya, Kosha, os pais do autor, Pannagesh e Hansini, o cunhado Prerit Kumar Dixit e as sobrinhas adolescentes Anushka e Ashka Dixit. Um acordo extrajudicial encerrou, em julho de 2025, o caso das três últimas mortes.
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A Boeing reconheceu publicamente, em 2019, que falhas no software de segurança contribuíram para o acidente da Ethiopian Airlines, assim como para a queda de outra aeronave do mesmo modelo operada pela Lion Air, na Indonésia, em outubro de 2018.





































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