Pacote deve ficar entre R$ 4 bilhões a R$ 7 bilhões e deve ser finalizado ainda nesta semana; Embraer deve ser socorrida em outro momento

O pacote de um consórcio de bancos liderado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para socorrer as empresas aéreas, que estão sendo muito afetadas pela pandemia do coronavírus, deve ser finalizado nesta semana.
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Conforme apurou o Broadcast/Estadão e divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o pacote de ajuda para o setor aéreo deve ficar entre R$ 4 bilhões a R$ 7 bilhões. O auxílio à Embraer, que está também em uma situação difícil após o fim das negociações de fusão com a Boeing, não acontecerá neste momento.
Os valores e as condições da ajuda vão depender das empresas que quiserem ela. Um ofício deve ser divulgado na próxima semana e o auxílio às companhias aéreas contará com o mercado de capitais. Elas deverão emitir títulos de dívida, tanto debêntures, quanto bônus conversíveis em ações. O BNDES e os bancos parceiros devem comprar até 70% destes títulos, com o resto ficando para investidores privados.
Para o O Estado de S. Paulo Roberto Setubal, do Itaú Unibanco, afirmou que as empresas terão que aceitar essas condições para conseguir recursos na crise. “A diluição dos acionistas é óbvia e tem de ser aceita. Se as empresas se abrirem para isso, eu acho que vamos ver capitalizações”, afirmou.
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