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Economia

Black Friday deve movimentar R$ 6,4 bilhões em 24 horas

A estimativa representa um crescimento de 25% sobre o faturamento registrado em 2020 pelo comércio eletrônico

black friday
SP - COMÉRCIO-CENTRO-SEMANA-BLACK-FRIDAY - GERAL - Movimentação no comércio do centro de São Paulo (SP), nesta quinta-feira (26), na semana da Black Friday. 26/11/2020 - Foto: RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A Black Friday — dia de grandes promoções e descontos promovidos pelo varejo brasileiro — deve movimentar quase R$ 6,4 bilhões em 24 horas.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a estimativa representa um crescimento de 25% sobre o faturamento registrado em 2020 (R$ 5,1 bilhões). A Black Friday será na próxima sexta-feira 26.

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A data, que é a principal época para o varejo, promete aumento para este ano. O levantamento mostra que ao todo, serão mais de 10,2 milhões de pedidos ao longo da Black Friday.

O valor que os consumidores pretendem gastar será de R$ 620, mais baixo em comparação ao ano passado: R$ 668.

As categorias “informática”, “celulares”, “eletrônicos”, “moda e acessórios” e “casa e decoração” devem ser destaque no período.

“Mesmo com o avanço da vacinação e a retomada do varejo físico, até os consumidores mais reticentes ao digital já assimilaram a Black Friday como uma oportunidade de encontrar bons produtos com desconto vantajoso”, avaliou Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Uma pesquisa recente do Google mostra que 64% dos consumidores devem fazer compras neste ano.

Mais de 60% dos lojistas vão aderir

De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, realizada em todo o país, mais de 62% dos 1,2 mil associados participarão da Black Friday neste ano.

As pequenas e médias empresas estão otimistas com a data, de acordo com o levantamento.

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A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, divulgada neste mês, registra uma queda mensal de 0,9% na intenção de compra em comparação a outubro.

O indicador vai de zero a 200 pontos e avalia a percepção das famílias sobre consumo, renda e trabalho no atual momento até os próximos seis meses. Em novembro ele ficou em 73,4 pontos. Na escala, 100 é considerado o ponto de neutralidade.

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