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Economia

Arrecadação atinge R$ 201,6 bi em agosto e bate recorde em 30 anos

No acumulado de janeiro a agosto, cifra alcançou o valor de R$ 1,73 trilhão

Aumento da arrecadação é estratégia do governo Lula para compensar excesso de gastos públicos | Foto: Reprodução/Redes sociais
Aumento da arrecadação é estratégia do governo Lula para compensar excesso de gastos públicos | Foto: Reprodução/Redes sociais

A arrecadação atingiu R$ 201,62 bilhões em agosto e bateu novo recorde para o mês, informou a Receita Federal nesta quinta-feira, 19. O número é o maior já alcançado desde o início da série histórica, em 1995.

No acumulado de janeiro a agosto, a arrecadação foi de R$ 1,73 trilhão, 9,47% acima do registrado nos primeiros oito meses de 2023.

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A cifra também representa o maior desempenho arrecadatório desde o início do levantamento do Fisco, tanto para o mês de agosto quanto para o período.

De acordo com a Receita, a alta foi puxada pelo aumento do emprego e pelo recolhimento de impostos previdenciários e PIS/Pasep.

Leia também: “Leilão da Receita Federal vai ter lances para iPhones a partir de R$ 1,4 mil”

Além disso, também contribuíram o retorno da tributação do PIS/Cofins sobre combustíveis, a tributação dos fundos exclusivos, a atualização de bens e direitos no exterior e a retomada dos impostos no Rio Grande do Sul, que tinham sido paralisados desde as chuvas do mês de maio.

Aumento da arrecadação é estratégia do governo Lula

O aumento da arrecadação federal é a principal estratégia do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para compensar os gastos públicos e tentar se aproximar da meta fiscal definida para este ano, que é zerar o déficit primário.

Leia também: “Governo Lula propõe taxar big techs para compensar perdas na arrecadação”

Porém, ainda que o governo tenha sido bem-sucedido em aumentar a receita, a explosão de despesas tem impedido a compensação da meta. Agentes de mercado têm demostrado preocupação com a responsabilidade fiscal do Executivo.

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1 comentário
  1. FORA LULA
    FORA LULA

    seguindo a cartilha:
    Abolição da propriedade da terra e seu rentismo;
    Uma tributação progressiva;
    Abolição dos direitos sobre a herança;
    Confisco das propriedades de rebeldes e foragidos;
    Centralização do crédito pelo atacado nas mãos do Estado em apoio a cooperativas de microcrédito;
    Estatização total das empresas de transporte e comunicação;
    Estatização dos meios de produção, da agricultura e das fábricas de forma planejada;
    Apoie a igualdade entre todas as formas de trabalho além da criação de um corpo de funcionários públicos voltados para a agricultura;
    Integração completa entre campo e cidade;
    Educação infantil universal em escolas públicas, proibição do trabalho infantil e integração entre mundo fabril e mundo escolar.

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