Depois de implementar cortes e adotar medidas restritivas nas despesas, a Argentina obteve saldo positivo em suas contas públicas pelo segundo ano seguido em 2025. O anúncio, feito pelo governo nesta sexta-feira, 16, atribuiu o resultado à política de “déficit zero” estabelecida pelo presidente Javier Milei.
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No ano passado, o superávit primário alcançou 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Enquanto isso, o superávit fiscal ficou em 0,2% do PIB, conforme detalhou o ministro da Economia, Luis Caputo, em publicação no X. Esse desempenho não era registrado em dois anos consecutivos desde 2008 no país.
Resultados e política fiscal da Argentina de Milei

Os números mostram uma leve queda em relação ao ano anterior, quando o superávit primário foi de 1,8% e o fiscal atingiu 0,3%. Milei comemorou o feito e declarou: “A âncora fiscal [déficit zero] é e será uma política de Estado”, afirmou o presidente, também na rede social X.
Para alcançar o resultado de 2025, o governo promoveu forte contenção de despesas, reduziu subsídios e manteve congelados os orçamentos de áreas como saúde, educação, pesquisa científica e obras públicas.
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O ministro da Economia, Luis Caputo, ressaltou que “a ordem nas contas públicas e o crescimento econômico permitirão continuar devolvendo recursos ao setor privado na forma de redução de impostos”.
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Como é bom ter um presidente responsável!
A esquerdalha pira.
Os doutrinadores estão viajando na maionese, mandando os doutrinados dizerem que são “dados manipulados”.
Só se o márcio porchman for o responsável pelo levantamento e divulgação dos dados.
Segundo os doutrinados, bom era o governo anterior, sem inflação, sem pobreza, investimentos estrangeiros crescendo… Então tá.
“… márcio pochman…”
Números maquiados. É fácil. Corta-se investimentos, corta-se salário e aumento para aposentados, empresta-se 40 bilhões de dólares, sendo 20 só dos EUA para colocar no balanço. A Argentina é um fracasso monumental. E vai ruir em breve.
Ué, porque os governos de esquerda não tiveram, já que eram os especialistas em maquiagem dos números? Eles também tiveram empréstimos maiores do que este (que aliás nem chegou aos US20bi, portanto você mente).
Aceita que dói menos, reduzir o Estado funciona, e a quantidade de argentinos recebendo dinheiro sem trabalhar ainda é enorme. Eles estão melhores que o brasileiro