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Economia

2020 foi ano de recorde para o 'e-commerce' brasileiro

Vendas do setor cresceram 68% em relação a 2019, informa associação

e-commerce - comércio eletrônico - brasil - 2020
Com restrições de circulação, as pessoas optaram por comprar em sites ou aplicativos | Foto: Divulgação/CNC

O ano de 2020 foi de recorde positivo para a área do comércio eletrônico no país. De acordo com estudo liderado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e pela consultoria Neotrust, as vendas do setor cresceram 68% no comparativo com os números registrados no decorrer do ano anterior. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 26.

Leia mais: “PIB global pode crescer mais que os 5,5% previstos em janeiro, aponta FMI”

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Com o aumento das vendas, a participação do e-commerce no faturamento total do varejo brasileiro também evoluiu. Em 2019, o comércio eletrônico respondia por 5% do mercado. O estudo aponta que em alguns meses de 2020 o percentual chegou a dobrar, superando a barreira dos 10%. Em novembro do ano passado, por exemplo, a fatia foi de 14,4%.

Mesmo com os números positivos, o vice-presidente da ABComm, Rodrigo Bandeira, não se gabou. Ciente do estado de calamidade pública que o Brasil enfrentou em decorrência da pandemia de covid-19, o executivo admitiu que os números, num primeiro momento, chegaram a surpreender a própria entidade. Nesse sentido, admitiu não ter feito planejamento para o comércio eletrônico crescer tanto de um ano para o outro.

“Um crescimento repentino, não planejado e não esperado”

“No auge da quarentena, com as pessoas tentando praticar o isolamento social, a gente chegou a ter o registro de uma nova loja virtual a cada minuto”, declarou Bandeira em entrevista ao portal G1. “O setor enfrentou números nunca vistos antes, um crescimento repentino, não planejado e não esperado”, afirmou o representante da ABComm.

Expectativa confirmada

Os números divulgados hoje confirmam a expectativa de que o e-commerce seria um dos pilares da retomada econômica do Brasil. Em novembro de 2020, reportagem da Revista Oeste informou que o setor avançava. Na ocasião, Felipe Dellacqua, sócio da Vtex, empresa de marketplace e pagamento, estimou o crescimento agora confirmado pela ABComm. “Em 2019 o Brasil tinha 4% do varejo nacional on-line. A estimativa é passar dos 10% neste ano”, afirmou o empresário na ocasião.

Leia também: “2021: reformar ou quebrar”, artigo do economista Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 40 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Jose Angelo Baracho Pires
    Jose Angelo Baracho Pires

    Sempre compro, preferencialmente no MercadoLivre, com pleno êxito.
    Fiz recentemente compra de ar condicionado split direto na FRIGELAR em BH, italo o vendedor. Houve engano no tipo, teria que ser “inverter”. Comprei outro na mesma Frigelar, peguei, e não aceitaram de volta o equipamento.
    Se fosse E-commerce é certo que a devolução se concluiria.
    Fiquei no prejuízo, mas só o vendedor e a Frigelar, pensam que eles não!

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