O Ministério da Saúde divulgou, na noite desta sexta-feira, 10, a atualização dos casos de intoxicação por metanol no país. O número de confirmações subiu para 29. Já 217 estão em investigação. Mortes estão em cinco.
Entre as confirmações, os casos de intoxicação por metanol se concentram em apenas três Estados. São Paulo lidera, com 25 notificações. O Paraná e o Rio Grande do Sul completam a lista, com três e um, respectivamente.
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São Paulo também aparece à frente das demais unidades da Federação no quesito mortes em investigação em decorrência da suspeita de intoxicação por metanol a partir da ingestão de bebida alcoólica contaminada. O Estado paulista tem seis notificações nesse sentido. Pernambuco aparece na sequência, com três óbitos sob suspeita. Ceará, Mato Grosso do Sul têm um caso cada um.
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O governo federal também informou que 249 casos então tidos como suspeitos foram descartados.
“O Estado de São Paulo está investigando 160 notificações, o que representa 73,73%”, informa o Ministério da Saúde. “Em seguida, aparecem Pernambuco com 31 suspeitas, Rio Grande do Sul (4), Mato Grosso do Sul (4), Piauí (4), Rio de Janeiro (3), Espírito Santo (3), Goiás (2), Alagoas (1), Bahia (1), Ceará (1), Minas Gerais (1), Rio Grande do Norte (1) e Rondônia (1).”

Ações de São Paulo contra a intoxicação por metanol
Os casos de intoxicação por metanol fizeram com que o governo estadual de São Paulo reforçasse ações contra a produção e, consequentemente, a comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas. Na quinta-feira 9, por exemplo, forças policiais fecharam uma fábrica irregular em Rio Claro, no interior paulista. Nesta sexta-feira, 10, a polícia fechou um laboratório clandestino em São Bernardo do Campo, na Região do Grande ABC.
Além disso, o governo estadual ampliou a fiscalização de estabelecimentos suspeitos de venderem bebidas adulteradas. Somente nesta semana, 12 pontos comerciais foram alvo de inspeção por parte das autoridades sanitárias.
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Já estão criando narrativas para queimar o filme do Tarcísio?
Olha, estavam usando etanol de posto de combustível para fazer bebidas alcoólicas. Até aí, vá lá, pois é etanol mesmo que é usado. Mas esse etanol do posto tava com metanol. De onde veio o metanol? Metanol é mais caro que etanol e é combustível para carros de alta performance e embarcações, me parece. Mas o metanol também pode ser resultado da produção do próprio etanol. E se usinas de etanol tivessem produzido metanol por engano? A fiscalização da ANP pegaria isso e inutilizaria as safras contaminadas? Mas e se a ANP tivesse interrompido a fiscalização por meses por falta de verbas? Será que essa safra de etanol com metanol teria ido parar nos postos? Pois bem, a ANP ficou meses sem fiscalizar, alegando falta de recursos…. Tá na imprensa….