Se alguém pode ser chamado de mestre do terror, esse alguém é o americano Stephen King. Aos 76 anos ele continua a encher o mundo com seus pesadelos em forma de romances, insuportavelmente assustadores, mas que ninguém consegue parar de ler.
Uma de suas obras primas é Cemitério Maldito (“Pet Sematery“, escrito em 1983). O livro conta a história da família Creed, que se muda para uma casa junto a um antigo cemitério indígena. Um dia morre o gato da família, e um vizinho sugere que ele seja enterrado terreno, agora transformado em “cemitério de pets”. O gato enterrado lá volta à vida, mas obviamente não é mais o mesmo. Virou um animal agressivo, desgrenhado e cheirando terrivelmente mal. Um dia o filho da família Creed também morre. E o resto é mais ou menos possível de ser imaginado.
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Cemitério Maldito ganhou uma versão para o cinema no ano de 1989. A diretora Mary Lambert traduziu visualmente com competência o pesadelo produzido por Stephen King no livro. O próprio escritor tem uma ponta numa das cenas mais dolorosas do filme (disponível pelo Oldflix):
Trinta anos depois, uma nova versão foi dirigida por Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, com Jason Clarke e John Lithgow no elenco. A versão de 2019 não difere muito da anterior, mas a linguagem cinematográfica ficou bem mais realista. A tragédia da família é o principal elemento de terror na morte da criança. Os sustos ficaram também mais realistas. (Disponível na AppleTV+)
Como se não bastasse, agora temos uma “prequela” chamada Cemitério Maldito: a Origem, lançada no ano passado. Mas esse fica para outra vez.






































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