Luna e Mink se conhecem num bar de Amsterdam. Eles se apaixonam e vão morar juntos. Vivem felizes por um ano – menos na vida sexual. Luna não chega ao orgasmo. Eles decidem chamar uma terceira pessoa para tentar ajudar e surge Eve. O relacionamento entre os três leva ao rompimento entre Luna e Mink. Mas eles conversam, e o título original é autoexplicativo: Happy Ending. (Que no Brasil virou “Um Clímax Entre Nós”).
Aqui está um filme simples, romântico, escrito e dirigido com talento por uma mulher (Joosje Duk). Poderia facilmente ter meia hora a menos. Este é um exemplar de cinema holandês que carrega, mesmo num tema complexo como esse uma objetividade difícil de entender para latinos passionais como nós. As cenas de sexo são extremamente discretas, e sem apelação.
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E temos em uma lição para o cinema brasileiro. Um casal quer apenas ser feliz na cama. Não existe qualquer acusação de machismo, nenhuma doutrinação feminista, nenhuma insinuação de “racismo estrutural” porque Eve é negra. Segue apenas um objetivo: vamos ser mais felizes conversando sobre o que nos incomoda e tentando soluções? Quem sabe não chegamos também a um final feliz?
Um Clímax Entre Nós está disponível no Netflix.






































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