Desde os tempos do fundador Walt, a Disney sempre teve a fama de ser mágica. Fazia rir, fazia chorar, fazia pensar usando bem a narrativa cinematográfica com toques a mais de emoção.
Essa tradição entrou em crise com a tomada da empresa por milícias esquerdistas que trocaram a magia por grotesca doutrinação woke. O fundo do poço desse processo de degradação parece ter sido o recente lançamento da versão live action de Branca de Neve. Alguns dizem que foi o fim de uma era, e que a Disney vai ter que reconsiderar seus passos. Parece mais provável que a empresa entre em falência do que conseguir tirar esses militantes de seus empregos.
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O Avião de Papel (“Paperman”, de 2012) nos faz lembrar da boa e velha magia da Disney. É um curta em preto e branco (e um detalhe em vermelho) ambientado nos anos 1950. A história, de pouco mais de 6 minutos, mostra um homem e uma mulher que se cruzam no metrô, se apaixonam, mas se separam.
O homem descobre que a mulher trabalha no edifício em frente e está sendo demitida. Ele tenta chamar a atenção dela com um aviãozinho de papel. Depois dois aviõezinhos, e logo está atirando uma frota inteira pela janela do escritório. Foge da empresa sem o emprego e sem a mulher dos seus sonhos. E então acontece a velha mágica.
Paperman (disponível pelo Disney+) ganhou o Oscar de melhor Curta de Animação, quando receber o Oscar ainda era uma honra. O filme nos faz lembrar do tempo em que um casal podia ser apenas um homem e uma mulher, e não representantes de cotas e ideologias. Sua ingenuidade faz bem aos nossos espíritos, cansados de tanto veneno.









































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