A Academia Brasileira de Cinema escolheu O Agente Secreto, nesta segunda-feira, 15, como representante do Brasil na busca por uma vaga no Oscar 2026, na categoria de Melhor Filme Internacional.
Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa se passa em 1977, em Recife, e acompanha Marcelo, interpretado por Wagner Moura, um especialista em tecnologia que retorna à cidade natal e se depara com um país marcado pelo regime militar.
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O enredo mistura elementos de thriller político e questionamentos existenciais, abordando temas como memória, tecnologia e as consequências do governo militar.
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As filmagens ocorreram em Recife, Brasília e São Paulo, com a etapa de pós-produção realizada na Europa. O Agente Secreto é fruto de uma coprodução internacional, ampliando seu alcance e potencial de reconhecimento externo.
O Agente Secreto disputou com outras 15 produções inscritas e habilitadas a concorrer à vaga e, na semana passada, passou para o segundo turno com outros cinco títulos: Baby, de Marcelo Caetano; Kasa Branca, de Luciano Vidigal; Manas, de Marianna Brennand; O Último Azul, de Gabriel Mascaro; e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi
Ano passado, O Agente Secreto rendeu os prêmios de Melhor Ator, para Wagner Moura, e Melhor Diretor, para Kleber Mendonça Filho, no Festival de Cannes.
Processo de seleção do Oscar 2026
Com a seleção, O Agente Secreto será submetido à avaliação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, responsável pelo Oscar.
Nesse processo, apenas filmes oficialmente indicados pelos respectivos países podem disputar a categoria de Melhor Filme Internacional.
A Academia de Hollywood deve divulgar a lista de pré-indicados ao Oscar de filme internacional em 16 de dezembro.
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A Academia de Hollywood anunciará a lista com os finalistas no dia 22 de janeiro de 2026.
Leia também: “O problema é resolvido pela arte, não pela ciência”, artigo de Jeffrey A. Tucker, publicado na Edição 287 da Revista Oeste









































BOICOTE TOTAL
Pré boicote já em andamento.
Wagner Moura o ativista da esquerda como Waltinho diretor e herdeiro do Itaú. Fernanda Torres , Daniela Lima, Nando cantor, Chico, Gil, Cláudia Raia, e tantos outros que esqueceram a Arte e decidiram ser apenas manifestantes populistas, e comunistas.
Lixo de diretor pernambucano, hiper ultra extrema-esquerda!
Filme de esquerdista, sempre a mesma coisa só mudam os personagens