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Brasil

WhatsApp lança novo recurso de grupo com milhares de membros

Novidade deve chegar ao Brasil depois do 2º turno das eleições em 30 de outubro

Whatsapp
Foto: Divulgação/Flickr

O grupo Meta, conglomerado que controla o Facebook e outros aplicativos, anunciou nesta quarta-feira, 13, a mais nova função do WhatsApp. O recurso, ainda em fase experimental, pretende unir vários chats em um único grupo criado dentro do aplicativo de mensagens.

As Comunidades do WhatsApp, como a opção foi nomeada, prometem reunir cada vez mais usuários em “grupos separados sob um único ‘guarda-chuva’, segundo informou o Meta. “Dessa forma, as pessoas podem receber atualizações enviadas para toda a Comunidade e organizar facilmente grupos de discussão menores”.

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Atualmente, o máximo de usuários permitido em um grupo é 256. O WhatsApp informou que as Comunidades também abrirão ferramentas exclusivas para os administradores, como mensagens de anúncio que podem ser enviadas a todos os membros e controle sobre quais grupos podem ser incluídos no chat.

De acordo com a empresa, o público-alvo das Comunidades são moradores de prédios, escolas e empresas. “Acreditamos que as comunidades tornarão mais fácil para um diretor de escola reunir todos os pais e responsáveis para compartilhar avisos importantes e criar grupos para turmas específicas e atividades extracurriculares ou voluntárias”, informou em comunicado.

O recurso de “grupo dentro de grupo” faz parte das funcionalidades que já são oferecidas pelo Telegram, um dos principais concorrentes do WhatsApp, desde 2019.

Recurso no Brasil

Apesar de anunciar o lançamento do novo recurso, o WhatsApp se comprometeu com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a inaugurar as Comunidades no Brasil depois do segundo turno das eleições para presidente e governadores, marcado para 30 de outubro. A decisão tem como base os casos de desinformação espalhados dentro dos grupos de aplicativo durante a eleição de 2018.

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3 comentários
  1. Ricardo Contieri
    Ricardo Contieri

    Coincidência dessas datas vai bem a calhar não??

  2. Marcos
    Marcos

    Correndo atrás do Telegram, que já tem isso desde 1900… se os carecas, boquinhas e faquinhos não barrarem de novo.

  3. Mario DP
    Mario DP

    Vamos lá: se a intenção é evitar “fake news”, prq ela poderá valer para futuras eleições então? Contraditório.
    Eleições de 2024, prefeitos e vereadores, está liberado a suposta divulgação de fake news?

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