A vereadora Cris Monteiro (Novo) protocolou nesta sexta-feira, 24, um ofício ao secretário de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Jorge Lima, pedindo investigação sobre a decisão da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) de encerrar o convênio com a Universidade de Haifa, em Israel.
Segundo a parlamentar, a medida, amplamente divulgada pela imprensa, parece ter motivações políticas e não acadêmicas, o que pode prejudicar estudantes e pesquisadores brasileiros que participam de programas de intercâmbio e cooperação científica.
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“Romper esse convênio por motivos ideológicos é um retrocesso que afeta os alunos e a reputação acadêmica da USP”, disse. “A parceria com a Universidade de Haifa sempre teve foco na produção científica e na cooperação entre pesquisadores. Decisões como essa enfraquecem o papel da universidade como espaço de troca de conhecimento e diálogo internacional.”
O ofício também foi encaminhado à Controladoria-Geral do Estado, com pedido para avaliar os possíveis impactos acadêmicos e científicos da decisão.
Faculdade da USP encerra convênio técnico com universidade de Israel

Em resposta à condução do governo de Benjamin Netanyahu no conflito entre Israel e Palestina, desencadeado pela invasão do território israelense em 7 de outubro de 2023 pelo grupo terrorista Hamas, a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo decidiu encerrar o convênio técnico com a Universidade de Haifa.
O posicionamento reflete um movimento de repúdio à política israelense diante da situação em Gaza. A deliberação ocorreu por maioria durante a reunião de congregação realizada nesta quinta-feira, 23.
Assim, a FFLCH se tornou a primeira unidade da USP a adotar tal medida. O rompimento se limita a acordos de cooperação técnica, e não envolve programas de intercâmbio acadêmico, que nunca existiram entre as duas instituições.
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O diretor da FFLCH, Ádrian Fanjul, declarou que um suposto agravamento dos episódios em Gaza o levou, “com muito desgosto, a concordar com a necessidade deste gesto simbólico”. Ele ainda afirmou que “são práticas sádicas, como matar de fome pessoas que saem desesperadas atrás de alimento”.
Outras instituições brasileiras, como UFF, Unicamp, UFC e Unesp, já haviam rompido laços com universidades israelenses. Na FFLCH, pedidos de suspensão do convênio vinham sendo feitos por estudantes e docentes desde o ano passado, apesar de parte dos graduandos do curso de hebraico manifestar preocupação com prejuízos ao contato cultural. O argumento não foi acatado, já que não havia possibilidade de intercâmbio.
Leia também: “A intolerância nas universidades”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 289 da Revista Oeste






































A ideologia cega o indivíduo. Faz com que ele deixe de raciocinar naturalmente , passando a pensar com o fígado
USP nunca ganhou um Nobel, irrelevante pro mundo .
Enquanto os judeus são a nata do mundo ,alunos da PUC ,usp e das nossas universidades públicas,são uma vergonha
Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia
Eu pergunto a você onde vai se esconder
Da enorme euforia
Como vai proibir
Quando o galo insistir
Em cantar
Como ficam as pesquisas, os pesquisadores, todo o investimento já realizado? Uma demonstração de falta de gestão e muito ativismo político, com dinheiro público é uma vergonha o que estamos assistindo nas nossas universidades.