O reitor da Universidade de São Paulo (USP), Aluísio Segurado, afirmou que a greve estudantil iniciada em abril tem motivações que vão além das reivindicações ligadas à universidade. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o acadêmico declarou que o movimento passou a incorporar interesses políticos e eleitorais para prejudicar a imagem do governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Segundo Segurado, a reitoria chegou ao limite das negociações sobre as principais demandas apresentadas pelos estudantes, especialmente aquelas relacionadas ao auxílio permanência. Para ele, mesmo que novas concessões fossem feitas, dificilmente a paralisação seria encerrada.
Receba nossas atualizações
USP exige negociação “dentro dos limites”
A greve começou em meio a reivindicações por melhorias nas políticas de permanência estudantil, moradia universitária e infraestrutura. Durante o movimento, estudantes ocuparam o prédio da reitoria, episódio que resultou em uma operação da Polícia Militar para desocupação do local e ampliou a tensão dentro da universidade.
Segurado afirmou ainda que a administração da USP pretende acelerar reformas no Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo e manter iniciativas voltadas ao atendimento das demandas estudantis. No entanto, defendeu que qualquer negociação deve ocorrer dentro de limites orçamentários e por meio de consenso entre as partes.
Leia também: “O prefeito e a professora”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 324 da Revista Oeste
A paralisação provocou divisões na comunidade acadêmica. Enquanto grupos de estudantes e parte dos docentes manifestaram apoio ao movimento, a reitoria afirma que diversas medidas já foram apresentadas e que o diálogo institucional permanece aberto.
+ Leia mais notícias de Brasil na Oeste






































E estudar que é bom e justifica o gasto de impostos que nós recolhemos ……. Nada?
A USP virou um bando de delinquentes que não querem estudar. A droga corre solta…