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Universidade de Brasília aprova cotas para trans

UnB vai destinar o benefício para todos os cursos da graduação

Pessoas na parada do orgulho com bandeiras LGBTIQ | Foto: Natalia de la Rubia/Shutterstock
Pessoas na parada do orgulho com bandeiras LGBTIQ | Foto: Natalia de la Rubia/Shutterstock

A Universidade de Brasília (UnB) aprovou, nesta quinta-feira, 17, cotas para trans. De acordo com a decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, a UnB vai destinar 2% das vagas em todas as modalidades de ingresso primário da graduação.

Conforme a UnB, o público-alvo dessa “política afirmativa” são as pessoas que se identificam e vivem abertamente como “trans, travestis, mulheres trans, homens trans, transmasculinos ou não-binárias”.

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Além do benefício, a UnB estabeleceu a obrigação da universidade com “políticas de inclusão e permanência”.

“Este é mais um passo que damos em busca de um Brasil mais democrático e menos desigual”, informou a reitora da universidade, Márcia Abrahão. “A UnB é pioneira nas ações afirmativas. Somos a primeira universidade federal a adotar o sistema de cotas raciais. Outra iniciativa inédita: o vestibular 60mais. Além disso, implementamos a Política de Direitos Humanos, a fim de balizar ações sobre o tema, promovendo o respeito à diversidade e o acolhimento. Agora, com a aprovação das cotas para pessoas trans, reafirmamos nosso compromisso com a equidade e com um país mais justo e solidário.”

Além do benefício, a UnB estabeleceu a obrigação da universidade com ‘políticas de inclusão e permanência’ | Foto: Shutterstock

Leia também: “O dogma trans tomou conta das escolas”, artigo publicado na Edição 115 da Revista Oeste

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6 comentários
  1. Andre Luiz Rodrigues
    Andre Luiz Rodrigues

    Essas universidades públicas só têm drogados, boiolas e sapatões no comando! Esperar o quê dessa corja!

  2. Christian
    Christian

    Daqui a pouco terão cotas para quem tem verruga na testa.

  3. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Antigamente havia um vestibular para a entrada dos mais bem preparados, sem essa absurda segmentação.

  4. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Não entendi a lógica dessas cotas. Essas pessoas não podem ocasionalmente ser filhos de gente rica e terem frequentado escolas particulares de alta qualidade e estar muito mais bem preparadas que alunos pobres que estudaram em escolas públicas de péssima qualidade? Apenas mais um passo na fragmentação da sociedade colocando cada vez mais uns contra os outros, condição ideal para que o “progressismo” se imponha.

  5. Célia Rosana Gomes de Freitas
    Célia Rosana Gomes de Freitas

    A capacidade intelectual das pessoas trans é inferior a das pessoas não trans? Não entendi isso.

  6. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Decisão simplesmente VERGONHOSA!!!!!!. Quais razões para isso?

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