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Brasil

Turistas no Círio de Nazaré devem movimentar quase R$ 100 milhões

A festa religiosa ocorre desde antes da independência do Brasil

Círio de Nazaré
Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré | Foto: Reprodução/Prefeitura Municipal de Belém

Cerca de 50 mil turistas de outros Estados devem passar por Belém, capital do Pará, ao longo de outubro de 2022 em razão do Círio de Nazaré. A estimativa sobre a festividade católica é da secretaria estadual de Turismo (Setur) e da filial paraense do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

De acordo com a projeção, os fiéis devem movimentar cerca de R$ 100 milhões na cidade. Conforme a estimativa, quase metade dos turistas se hospedará em hotéis e 30% na casa de parentes. Além disso, cerca de 16% ficarão nas residências de amigos e por volta de 4% devem se acomodar em flats e casas alugadas ou próprias.

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A maior parte destes turistas se originam de São Paulo (quase 15%). Os maranhenses figuram na segunda posição (12%). No top cinco também aparecem Ceará (pouco menos de 12%), Rio de Janeiro (8%) e Amazonas (cerca de 7 %).

As procissões com os fiéis foram retomadas em 2021, depois de serem interrompidas um ano antes em razão da pandemia por covid-19. Contudo, a edição de 2022 marca a volta do Arraial ao lado da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.

“Este ano voltaremos com o espaço completo do Arraial, com 87 barracas vendendo os mais diversos itens, entre comidas, artesanatos, artigos religiosos, brinquedos, miriti, bijuterias, entre outros, e o parque ITA”, disse o engenheiro da Diretoria de Arraial e Arrecadação do Círio, Alexandre Chaves. A montagem do local começou a ser feita neste sábado, 10.

Arraial do Círio de Nazaré

A festa é anterior à independência do Brasil. “O Arraial de Nazaré é uma tradição que começou na primeira edição do Círio de Nazaré, em 1793”, informam os organizadores do evento. “Na época, consistia em uma grande feira de produtos agrícolas”. As primeiras festas de Nazaré eram realizadas no mês de setembro, época do verão amazônico, quando a intensidade de chuvas diminui.

1 comentário
  1. Finlab
    Finlab

    Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divêr que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divêr que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôfa. Bêjo no coraffaum dufêif, e fai Curíntia !!!

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