O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou a soltura de um dos acusados pelo roubo ocorrido na Biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital paulista. A decisão saiu nesta segunda-feira, 6, e atingiu um dos cinco réus do caso.
O TJSP reconheceu a existência de indícios de participação de Luís Carlos Nascimento no crime. Ainda assim, concluiu que a acusação não demonstrou a necessidade de manter a prisão preventiva.
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A solicitação de habeas corpus teve respaldo em um laudo médico. O documento diz que o acusado sofre de tuberculose e precisa de acompanhamento de saúde. A 19ª Vara Criminal do Foro Central Criminal da Barra Funda analisou o caso.
Mesmo com a liberação, a Justiça estabeleceu restrições, e o acusado deverá usar tornozeleira eletrônica, comparecer regularmente à unidade judicial e cumprir recolhimento domiciliar no período noturno.
A investigação atribuiu a Nascimento participação no roubo com apoio logístico. Nesse sentido, a denúncia inclui crimes como receptação, adulteração de sinal identificador de veículo e roubo com agravantes, além de formação de quadrilha armada.
Criminosos renderam funcionária e casal de idosos
O crime ocorreu na manhã de 7 de dezembro de 2025. Dois homens armados entraram na biblioteca e renderam uma vigilante e um casal de idosos que visitava o local.
A dupla reuniu obras e documentos em uma sacola e deixou o prédio em seguida. Testemunhas relataram que os criminosos seguiram em direção à Estação Anhangabaú do metrô.
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Eles levaram 13 itens do acervo. Entre eles estavam oito gravuras da série Jazz, de Henri Matisse, e cinco obras de Candido Portinari, da coleção Menino de Engenho.





































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